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Banda do Dia

Banda do Dia: Advisory (Hungria – grindcore)

Diogo Ferreira

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Banda: Advisory
Último lançamento: “Miners With Dead Canaries” (2017)
País: Hungria
Estilo: grindcore
Links: Facebook | Bandcamp

Sobre o lançamento mais recente:
«O nosso quarto álbum intitula-se “Miners With Dead Canaries”. Há muito tempo, os mineiros costumavam usar canários em gaiolas para medir quão mortal era o ar da mina. Era melhor sair do túnel quando os canários se silenciavam. Bem, como podemos ver, a maioria dos canários estão mortos, mas continuamos a cavar.
O nosso propósito principal com esta banda é criar grindcore como bem queremos e passar um bom bocado. Gostaríamos de levar o nosso material a mais pessoas, por isso os nossos álbuns estão todos disponíveis no Bandcamp com o preço à vossa escolha – insiram 0, começa o download e comprem uma cerveja para a audição. [risos]»

Ambições:
«O facto do nosso baterista Dösi e o nosso guitarrista/baixista Dávid serem gajos ocupados com os seus empregos e outras bandas da Hungria e o nosso vocalista Berci viver na Holanda faz com que seja impossível tocar ao vivo, por isso não há muita hipótese para uma banda extrema como a nossa. Mas somos muitos efectivos. O nosso próximo álbum já está na mistura final.»

Influências/referências:
«Todos tivemos dúzias de bandas durante os anos, maioritariamente bandas de death/black/thrash metal, grindcore e hardcore-punk, por isso adoramos material extremo, mas ouvimos todo o tipo de merda, sem querermos saber de géneros. Acho que tudo nos influencia duma forma ou doutra. Quanto ao som, gravamos tudo nós próprios de uma forma muito nómada (um único e barato microfone para a bateria, o resto em line in), portanto a nossa sonoridade é algo que não conseguimos prever precisamente até ouvirmos o mixdown. Tem de ser áspero, gordo, ruidoso com certeza, mas não há muita pós-produção, o que se torna um elemento algo incerto. Cada faixa nos nossos álbuns é o modelo exacto de quando estamos em estúdio, naquele preciso momento quando a canção é composta e as gravações acontecem ao mesmo tempo. Estamos muito contentes com este método de trabalho.»

Futuro:
«O nosso quinto álbum está quase pronto. Esperamos continuar a fazer melhores discos enquanto formos capazes.»

Banda do Dia

Banda do Dia: Absentation (Síria / death metal)

Joel Costa

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Os sírios Absentation têm em “Ascending to Desolate” (Fevereiro 2018) o seu mais recente trabalho, que surge 11 anos após o estreante “Mental Battle Resurrection” devido à crise que teve lugar na Síria. Neste disco o duo de Damasco fala-nos de um mundo governado pela falsidade: «As trevas que o ser humano tem dentro de si tornaram-se a regra número um para se integrarem nesta sociedade falsa. Vivemos através de falsas religiões que nos dividiram com os seus mitos supersticiosos, e também damos ênfase a todas as religiões abraâmicas, onde as descrevemos como malignas. Há uma manipulação por parte do governo e uma lavagem cerebral com o nacionalismo para que as pessoas morram pelos seus superiores. Usa-se a democracia como uma ferramenta e isto é válido para todos os países. Temos também uma música contra o racismo, intitulada “Constipated Gene”, pois estamos a presenciar a ascenção dos partidos de direita e das ditaduras. É um álbum que aborda a escuridão que não nos deixa viver juntos como um só.»

A banda de death metal prepara agora o seu terceiro longa-duração, cuja edição está prevista para o início de 2019.

Absentation é recomendado a fãs de Death, Morbid Angel, Suffocation, Nile e Deicide.

Links: Facebook | Bandcamp

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Banda do Dia: Graveshadow (EUA – power/symphonic metal)

Diogo Ferreira

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Banda: Graveshadow
Último lançamento: “Ambition’s Price” (M-Theory, 2018)
País: EUA
Género: power/symphonic metal
Links: Facebook | Bandcamp
Respostas: Roman Anderson (bateria)

Sobre o novo lançamento:
«Para este álbum quisemos focar-nos na produção e tentar captar o nosso som ao vivo. O Armand John Anthony (Night Demon) ajudou-nos a alcançar isso no [estúdio] Captain’s Quarters. As guitarras, o baixo e a bateria soam mais pesadas e a Heather adicionou várias camadas à sua voz, o que contribuiu para o som que queremos. O processo de composição foi um pouco diferente desta vez. O Aaron compôs duas músicas enquanto estávamos na estrada usando o seu iPad para fazer tudo. Duas canções deste álbum até têm alguns anos. Outras foram compostas dois meses antes de entrarmos em estúdio.»

Ambições:
«O nosso objectivo principal é fazer tours o máximo possível! Queremos continuar a mostrar o nosso nome e esperamos que com o lançamento do novo álbum consigamos atrair mais fãs!»

Influências/referências:
«Os membros da banda têm influências diferentes, isso é certo! É o que nos faz ser únicos, porque focamo-nos mesmo em combinar as nossas influências com a nossa própria sonoridade, e assim esperamos criar algo fresco! Adoramos algumas bandas como Iron Maiden, Devin Townsend Project, Led Zeppelin, Eternal Tears of Sorrow e HIM.»

Futuro:
«Agora em Abril damos suporte aos Sirena e aos Threat Signal na digressão pela Costa Oeste [EUA]. Esperamos planear a nossa própria digressão para o próximo Verão e depois no Outono. Também temos mais vídeos em curso, portanto vamos estar muito ocupados e activos!»

 

 

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Banda do Dia: Tengil (Suécia – post-hardcore / shoegaze)

Diogo Ferreira

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Banda: Tengil
Último lançamento: “shouldhavebeens” (Prophecy Productions, 2018)
País: Suécia
Género: post-hardcore / shoegaze
Links: Facebook

Sobre o novo lançamento:
«”shouldhavebeens” foi composto durante 2015 e 2016, e foi gravado em Dezembro de 2016 no Nacksving Studios em Gotemburgo. Com o Anton, o nosso anterior baterista, a sair da banda após o lançamento de “Six” [2015], o Pontus ocupou-se dessa tarefa, tornando os Tengil num trio. Fazer digressões desta forma fez-nos cair no mar das loopstations e muitos dos conceitos para “shouldhavebeens” foram escritos. Depois de um concerto na Suécia, em 2016, o Tobias chegou até nós e quis juntar-se à constelação como baterista, assim uma nova amizade foi formada. Tengil era novamente um quarteto. “shouldhavebeens” conta a história de dois amigos, três passagens de ano e uma ânsia maior do que a vida. O disco aponta a falar sobre nostalgia, saudade, doença mental, decadência, a promessa do amanhã e como a nossa visão colectiva do futuro determina aquilo em que nos tornamos.»

Ambições:
«Queremos tocar ao vivo o máximo possível, ter liberdade criativa e fazer vida da arte.»

Influências/referências:
«Não temos influências para além dos nossos pensamentos e sentimentos sobre a realidade e sobre as coisas que vivemos. É claro que gostamos de diferentes tipos de arte e é possível que isso nos tenha inspirado subconscientemente, mas não é que gostemos de uma canção em particular e queiramos que a nossa música soe exactamente a isso.»

Futuro:
«De 26 de Abril a 5 de Maio vamos estar no Japão com a constelação japonesa Wombscape. De 18 a 30 de Maio vamos andar pela Europa com novos amigos Setsuko e de 15 a 24 de Junho com os nossos amigos Nionde Plågan. Depois do Verão vamos começar a trabalhar em material novo e esperamos juntar-nos a uma digressão como banda de suporte para atingirmos o próximo nível.»

 

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