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Banda do Dia

Banda Do Dia: Diktatur (França – black metal)

Diogo Ferreira

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BANDA: Diktatur
ÚLTIMO LANÇAMENTO: “La Voie du Sang” (2017)
PAÍS: França
ESTILO: black metal
LINKS: Bandcamp

Sobre o lançamento mais recente
Aizko: «”La Voie du Sang” foi gravado por nós umas semanas depois do primeiro concerto da banda. Seleccionámos nove canções que pudessem resumir a primeira era de Diktatur. Este álbum tem paisagens de guerra, como horror e situações de morte. É esse o conceito principal: soldados, bombardeamentos, morte. Não há uma cronologia específica na História, apenas a atmosfera dessas temáticas. Queríamos oficializar “La Voie du Sang”, portanto a Melancholia Records, o [X]-Lab Studio e nós trabalhámos arduamente para esta reedição: nova masterização, nova ordem de alinhamento, novo artwork. E decidimos incluir duas faixas que estavam por lançar, de modo a melhorar o álbum ao seu nível máximo. Estamos muito satisfeitos com o resultado e muito mais entusiasmados do que no dia em que recebemos as primeiras cópias do álbum em 2010.»

Ambições
Thorgis: «Queremos levar a banda o mais longe possível, o que significa mais concertos, festivais, digressões, novas músicas, vídeos. Divertimento é tudo o que importa. Fazemos música para nós, precisamos disso na nossa vida.»

Influências/referências
Aizko: «Diktatur tem um som muito espontâneo e o processo de composição vem do sentimento, especialmente desde a gravação do EP “L’Agonie d’Un Monde” (2016). Eu e o Thorgis gostamos de vários estilos de música. O meu conteúdo musical diário nada tem a ver com Diktatur ou metal extremo no geral, mas quando temos de nos focar na banda entramos francamente por aí! E, honestamente, quanto menos ouvimos metal extremo mais esculpimos um estilo negro e agressivo! Compomos aquilo que esperamos ouvir de uma banda de metal extremo: um som fosco e gigantesco, como o nome da nossa banda.»

Futuro
Thorgis: «Estamos a dar o nosso melhor para voltarmos ao palco o mais depressa possível – não tocamos ao vivo desde 2011! Actualmente estamos a trabalhar num novo álbum – vai bem, com as canções mais ambiciosas até agora. Deverá ser lançado em 2018 pela Melancholia Records!»

Banda do Dia

Banda do Dia: Absentation (Síria / death metal)

Joel Costa

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Os sírios Absentation têm em “Ascending to Desolate” (Fevereiro 2018) o seu mais recente trabalho, que surge 11 anos após o estreante “Mental Battle Resurrection” devido à crise que teve lugar na Síria. Neste disco o duo de Damasco fala-nos de um mundo governado pela falsidade: «As trevas que o ser humano tem dentro de si tornaram-se a regra número um para se integrarem nesta sociedade falsa. Vivemos através de falsas religiões que nos dividiram com os seus mitos supersticiosos, e também damos ênfase a todas as religiões abraâmicas, onde as descrevemos como malignas. Há uma manipulação por parte do governo e uma lavagem cerebral com o nacionalismo para que as pessoas morram pelos seus superiores. Usa-se a democracia como uma ferramenta e isto é válido para todos os países. Temos também uma música contra o racismo, intitulada “Constipated Gene”, pois estamos a presenciar a ascenção dos partidos de direita e das ditaduras. É um álbum que aborda a escuridão que não nos deixa viver juntos como um só.»

A banda de death metal prepara agora o seu terceiro longa-duração, cuja edição está prevista para o início de 2019.

Absentation é recomendado a fãs de Death, Morbid Angel, Suffocation, Nile e Deicide.

Links: Facebook | Bandcamp

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Banda do Dia

Banda do Dia: Graveshadow (EUA – power/symphonic metal)

Diogo Ferreira

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Banda: Graveshadow
Último lançamento: “Ambition’s Price” (M-Theory, 2018)
País: EUA
Género: power/symphonic metal
Links: Facebook | Bandcamp
Respostas: Roman Anderson (bateria)

Sobre o novo lançamento:
«Para este álbum quisemos focar-nos na produção e tentar captar o nosso som ao vivo. O Armand John Anthony (Night Demon) ajudou-nos a alcançar isso no [estúdio] Captain’s Quarters. As guitarras, o baixo e a bateria soam mais pesadas e a Heather adicionou várias camadas à sua voz, o que contribuiu para o som que queremos. O processo de composição foi um pouco diferente desta vez. O Aaron compôs duas músicas enquanto estávamos na estrada usando o seu iPad para fazer tudo. Duas canções deste álbum até têm alguns anos. Outras foram compostas dois meses antes de entrarmos em estúdio.»

Ambições:
«O nosso objectivo principal é fazer tours o máximo possível! Queremos continuar a mostrar o nosso nome e esperamos que com o lançamento do novo álbum consigamos atrair mais fãs!»

Influências/referências:
«Os membros da banda têm influências diferentes, isso é certo! É o que nos faz ser únicos, porque focamo-nos mesmo em combinar as nossas influências com a nossa própria sonoridade, e assim esperamos criar algo fresco! Adoramos algumas bandas como Iron Maiden, Devin Townsend Project, Led Zeppelin, Eternal Tears of Sorrow e HIM.»

Futuro:
«Agora em Abril damos suporte aos Sirena e aos Threat Signal na digressão pela Costa Oeste [EUA]. Esperamos planear a nossa própria digressão para o próximo Verão e depois no Outono. Também temos mais vídeos em curso, portanto vamos estar muito ocupados e activos!»

 

 

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Banda do Dia: Tengil (Suécia – post-hardcore / shoegaze)

Diogo Ferreira

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Banda: Tengil
Último lançamento: “shouldhavebeens” (Prophecy Productions, 2018)
País: Suécia
Género: post-hardcore / shoegaze
Links: Facebook

Sobre o novo lançamento:
«”shouldhavebeens” foi composto durante 2015 e 2016, e foi gravado em Dezembro de 2016 no Nacksving Studios em Gotemburgo. Com o Anton, o nosso anterior baterista, a sair da banda após o lançamento de “Six” [2015], o Pontus ocupou-se dessa tarefa, tornando os Tengil num trio. Fazer digressões desta forma fez-nos cair no mar das loopstations e muitos dos conceitos para “shouldhavebeens” foram escritos. Depois de um concerto na Suécia, em 2016, o Tobias chegou até nós e quis juntar-se à constelação como baterista, assim uma nova amizade foi formada. Tengil era novamente um quarteto. “shouldhavebeens” conta a história de dois amigos, três passagens de ano e uma ânsia maior do que a vida. O disco aponta a falar sobre nostalgia, saudade, doença mental, decadência, a promessa do amanhã e como a nossa visão colectiva do futuro determina aquilo em que nos tornamos.»

Ambições:
«Queremos tocar ao vivo o máximo possível, ter liberdade criativa e fazer vida da arte.»

Influências/referências:
«Não temos influências para além dos nossos pensamentos e sentimentos sobre a realidade e sobre as coisas que vivemos. É claro que gostamos de diferentes tipos de arte e é possível que isso nos tenha inspirado subconscientemente, mas não é que gostemos de uma canção em particular e queiramos que a nossa música soe exactamente a isso.»

Futuro:
«De 26 de Abril a 5 de Maio vamos estar no Japão com a constelação japonesa Wombscape. De 18 a 30 de Maio vamos andar pela Europa com novos amigos Setsuko e de 15 a 24 de Junho com os nossos amigos Nionde Plågan. Depois do Verão vamos começar a trabalhar em material novo e esperamos juntar-nos a uma digressão como banda de suporte para atingirmos o próximo nível.»

 

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