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Banda do Dia

Banda do Dia: Graveshadow (EUA – power/symphonic metal)

Diogo Ferreira

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Banda: Graveshadow
Último lançamento: “Ambition’s Price” (M-Theory, 2018)
País: EUA
Género: power/symphonic metal
Links: Facebook | Bandcamp
Respostas: Roman Anderson (bateria)

Sobre o novo lançamento:
«Para este álbum quisemos focar-nos na produção e tentar captar o nosso som ao vivo. O Armand John Anthony (Night Demon) ajudou-nos a alcançar isso no [estúdio] Captain’s Quarters. As guitarras, o baixo e a bateria soam mais pesadas e a Heather adicionou várias camadas à sua voz, o que contribuiu para o som que queremos. O processo de composição foi um pouco diferente desta vez. O Aaron compôs duas músicas enquanto estávamos na estrada usando o seu iPad para fazer tudo. Duas canções deste álbum até têm alguns anos. Outras foram compostas dois meses antes de entrarmos em estúdio.»

Ambições:
«O nosso objectivo principal é fazer tours o máximo possível! Queremos continuar a mostrar o nosso nome e esperamos que com o lançamento do novo álbum consigamos atrair mais fãs!»

Influências/referências:
«Os membros da banda têm influências diferentes, isso é certo! É o que nos faz ser únicos, porque focamo-nos mesmo em combinar as nossas influências com a nossa própria sonoridade, e assim esperamos criar algo fresco! Adoramos algumas bandas como Iron Maiden, Devin Townsend Project, Led Zeppelin, Eternal Tears of Sorrow e HIM.»

Futuro:
«Agora em Abril damos suporte aos Sirena e aos Threat Signal na digressão pela Costa Oeste [EUA]. Esperamos planear a nossa própria digressão para o próximo Verão e depois no Outono. Também temos mais vídeos em curso, portanto vamos estar muito ocupados e activos!»

 

 

Banda do Dia

Banda do Dia: Absentation (Síria / death metal)

Joel Costa

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Os sírios Absentation têm em “Ascending to Desolate” (Fevereiro 2018) o seu mais recente trabalho, que surge 11 anos após o estreante “Mental Battle Resurrection” devido à crise que teve lugar na Síria. Neste disco o duo de Damasco fala-nos de um mundo governado pela falsidade: «As trevas que o ser humano tem dentro de si tornaram-se a regra número um para se integrarem nesta sociedade falsa. Vivemos através de falsas religiões que nos dividiram com os seus mitos supersticiosos, e também damos ênfase a todas as religiões abraâmicas, onde as descrevemos como malignas. Há uma manipulação por parte do governo e uma lavagem cerebral com o nacionalismo para que as pessoas morram pelos seus superiores. Usa-se a democracia como uma ferramenta e isto é válido para todos os países. Temos também uma música contra o racismo, intitulada “Constipated Gene”, pois estamos a presenciar a ascenção dos partidos de direita e das ditaduras. É um álbum que aborda a escuridão que não nos deixa viver juntos como um só.»

A banda de death metal prepara agora o seu terceiro longa-duração, cuja edição está prevista para o início de 2019.

Absentation é recomendado a fãs de Death, Morbid Angel, Suffocation, Nile e Deicide.

Links: Facebook | Bandcamp

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Banda do Dia: Tengil (Suécia – post-hardcore / shoegaze)

Diogo Ferreira

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Banda: Tengil
Último lançamento: “shouldhavebeens” (Prophecy Productions, 2018)
País: Suécia
Género: post-hardcore / shoegaze
Links: Facebook

Sobre o novo lançamento:
«”shouldhavebeens” foi composto durante 2015 e 2016, e foi gravado em Dezembro de 2016 no Nacksving Studios em Gotemburgo. Com o Anton, o nosso anterior baterista, a sair da banda após o lançamento de “Six” [2015], o Pontus ocupou-se dessa tarefa, tornando os Tengil num trio. Fazer digressões desta forma fez-nos cair no mar das loopstations e muitos dos conceitos para “shouldhavebeens” foram escritos. Depois de um concerto na Suécia, em 2016, o Tobias chegou até nós e quis juntar-se à constelação como baterista, assim uma nova amizade foi formada. Tengil era novamente um quarteto. “shouldhavebeens” conta a história de dois amigos, três passagens de ano e uma ânsia maior do que a vida. O disco aponta a falar sobre nostalgia, saudade, doença mental, decadência, a promessa do amanhã e como a nossa visão colectiva do futuro determina aquilo em que nos tornamos.»

Ambições:
«Queremos tocar ao vivo o máximo possível, ter liberdade criativa e fazer vida da arte.»

Influências/referências:
«Não temos influências para além dos nossos pensamentos e sentimentos sobre a realidade e sobre as coisas que vivemos. É claro que gostamos de diferentes tipos de arte e é possível que isso nos tenha inspirado subconscientemente, mas não é que gostemos de uma canção em particular e queiramos que a nossa música soe exactamente a isso.»

Futuro:
«De 26 de Abril a 5 de Maio vamos estar no Japão com a constelação japonesa Wombscape. De 18 a 30 de Maio vamos andar pela Europa com novos amigos Setsuko e de 15 a 24 de Junho com os nossos amigos Nionde Plågan. Depois do Verão vamos começar a trabalhar em material novo e esperamos juntar-nos a uma digressão como banda de suporte para atingirmos o próximo nível.»

 

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Banda do Dia: Whyzdom (França – symphonic metal)

Diogo Ferreira

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Banda: Whyzdom
Último lançamento: “As Time Turns to Dust” (Scarlet Records, 2018)
País: França
Estilo: symphonic metal
Links: Facebook | YouTube
Respostas: Vynce Leff

Sobre o novo lançamento:
«O conceito do álbum é bem ilustrado pela sua capa e pelo vídeo para o tema “Armageddon”. É sobre o tempo a passar, o desaparecer para o nada. E enquanto os Humanos lutam orgulhosamente entre si e se matam em nome da religião ou da política, o enredo imenso do universo prossegue, ignorando-nos. Mas mesmo que a música e o conceito sejam negros em Whyzdom, focamo-nos sempre na esperança. Mesmo que a escuridão nos cerque, gostamos de pensar que todos podemos fazer a diferença a nível pessoal. É por isso que canções como “Armageddon” ou “Dust We Are”, que são bastante apocalípticas, têm “Fly Away” e “Follow Your Heart” como vizinhas. Sinfonia e metal são perfeitos para tratar destes tópicos. Metal sinfónico pode, de facto, ser muito negro mas também expressa esperança lindamente.
Como sempre na música de Whyzdom, trabalhar o aspecto orquestral é o centro do processo de composição. Mas não devem acreditar que as partes metal são deixadas para trás. O nosso thrasher Régis Morin assegura que as malhas pesadas estão presentes por toda a música. Mais importantemente, trabalhamos muito para que a orquestra e a guitarra se entrelacem. Em Whyzdom não temos a orquestra de um lado e a banda metal do outro: está tudo junto como uma só orquestra metal. Do lado orquestral vão notar facilmente que as composições são intrincadas e detalhadas, com todos os instrumentos de uma orquestra real. Literalmente, desde o triângulo à trompa, violinos, violas, violoncelos, oboés – é tudo tocado independentemente.
Como habitual, “As Time Turns to Dust” foi produzido no meu estúdio. Juntar tudo, desde bateria às vozes, demorou quase um ano. E misturar tantos instrumentos é um grande desafio, especialmente quando a ideia é manter tudo inteligível, sem sacrificar nada. A orquestração foi feita de uma maneira mais cinemática do que em álbuns anteriores, com mais ambiências e construção de clímax – pensem, por exemplo, em canções como “Armour of Dust”, com o coro calmo na introdução, ou “Fly Away”, com aquele grave instrumento de sopro que dá poder e o sentido de inevitável acção. Foram usados os melhores samples realistas de orquestras. Para os coros, como sempre, gravámos vozes reais. Algo também característico em Whyzdom: não queremos usar falsos cânticos incompreensíveis em latim, como é feito em várias produções e trailers de cinema. O significado é muito importante para nós. E talvez notem que as letras dos coros são em francês. Gostamos de usar francês nos coros porque forma o som de um modo que não consegue ser feito com outras línguas. Aliás, francês é mais teatral do que inglês, por isso encaixa muito bem nas intensas partes dramáticas.»

Ambições:
«“As Time Turns to Dust” é o nosso quarto álbum e, como nos três anteriores, o nosso objectivo principal é tocar o coração do público. Seja ele pequeno ou grande. Ficamos tremendamente felizes e orgulhosos por conhecer pessoas nos nossos concertos que nos dizem que a nossa música lhes é importante. Já tocámos em vários festivais e nalguns países da Europa. Portanto, esperamos que o novo álbum tenha ainda mais sucesso do que os outros e que tenhamos a oportunidade de tocar ao vivo o mais possível em vários sítios e festivais. Escusado será dizer que tocar em Portugal seria muito bom! Ainda não tocámos no vosso país!»

Influências/referências:
«Quando começámos com Whyzdom, todos os músicos vinham do metal e rock progressivo. Portanto facilmente se encontram bandas como Dream Theater e Pink Floyd como parte das nossas influências. Isso é mais aparente em algumas canções do que noutras. Por exemplo, em “Follow Your Heart” a progressão harmónica da introdução é totalmente neoprogressiva, assim como a modulação do refrão. É isso que faz a música de Whyzdom ser difícil de agarrar… e cantar! Do lado sinfónico, compositores clássicos como Wagner, Debussy, Ravel e Berlioz são os meus favoritos. Mas também me inspirei em compositores de filmes modernos, como Hans Zimmer ou Danny Elfman, especialmente porque queremos fazer um álbum muito cinemático. De certa forma, partes desta música podia ser usada num filme de fantasia. Na verdade, estamos a trabalhar na possibilidade de fazer um vídeo de fantasia para uma das faixas de “As Time Turns to Dust”.»

Futuro:
«Vamos estar em tour tanto quanto possível para promover este álbum e conhecer os nossos fãs e amigos, e partilhar bons momentos! Começamos no Reino Unido em Abril, depois Bélgica no Kraken Metal Fest perto de Bruxelas e depois Paris numa sala perto da basílica do Sagrado Coração. As coisas ainda não estão oficializadas para o segundo semestre de 2018. Estamos sempre à procura de promotores para nos ajudar. E também estamos a preparar o lançamento do segundo vídeo para a faixa “The Page”. Foi gravado num castelo medieval em França, por isso temos imagens fantásticas para mostrar! Imagens e vídeos são muito importantes para nós, porque Whyzdom não é sobre música mas todo um universo no qual gostamos de imergir os nossos fãs. É por isso que há muitos aspectos teatrais durante os nossos concertos.
Sei que temos alguns fãs portugueses, e espero que os leitores que não nos conhecem possam ver os nossos vídeos. Espero que nos encontremos no mundo real num dos nossos concertos… Com sorte brevemente em Portugal!»

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