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Banda do Dia

Banda do Dia: Nihil Eyes (Inglaterra – death metal)

Diogo Ferreira

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Banda: Nihil Eyes
Último lançamento: “Black Path” (2017)
País: Inglaterra
Estilo: death metal
Repostas de: Casey Jones (voz, guitarra)
Links: Facebook | Bandcamp

Sobre o lançamento mais recente:
«O conceito principal do álbum “Black Path” é um olhar sobre os aspectos mais negros da psique humana, explorando motivações para as intenções mais negras das pessoas. Os temas incluem homicídio, suicídio, narcisismo, instabilidade mental e corrupção política. As canções têm diferentes perspectivas e abordagens em relação à composição e assunto – algumas são narrativas, outras são comentários. O único objectivo com este álbum é fazer aquele tipo de disco que queríamos ouvir e tocar ao vivo – quisemos algo pesado e intenso, com letras que tenham algum significado. Queríamos canções pesadas devido à forma como são compostas e tocadas – com intensidade, emoção e que sejam uma representação honesta de quem somos. Tocamos o que tocamos porque acreditamos que é assim que o death metal deve soar.»

Ambições:
«Queremos fazer o melhor álbum de death metal do planeta – simples e directo –, assim continuamos a esforçar-nos e a compor melhor música. Estamos muito satisfeitos com o álbum de estreia e não mudaríamos nada, mas aprendemos muito e o próximo será melhor. Seria bom se as pessoas o comprassem e o apreciassem – e apreciamos muito o feedback positivo, mas se estivéssemos nisto pelo dinheiro e pela fama comporíamos canções como Coldplay.»

Influências/referências:
«As nossas maiores influências são bandas britânicas antigas, como Carcass, Bolt Thrower, Napalm Death, Paradise Lost, mas também adoramos outras bandas de diferentes géneros de metal, como Celtic Frost, Kreator, Mayhem, Terrorizer, Vader e Asphyx. Estas bandas são realmente aquelas com as quais crescemos a ouvir, foram dos meus primeiros concertos e foram das primeiras coisas com que treinei na guitarra. Embora tenha ouvido muitas coisas desde então, penso que formaram a base do meu gosto musical e estão tão enraizadas que é impossível medir a influência na nossa composição. Os outros [membros da banda] têm bases levemente diferentes, mas estas bandas são essencialmente aquelas onde os nossos gostos se encontram. Nunca nos sentámos e dissemos que queríamos soar como a banda X ou Y, apenas tocamos de acordo com o nosso gosto e penso que as influências são claras, mas ao mesmo tempo não acho que soemos exactamente a essas bandas.»

Futuro:
«Esperamos tornar-nos numa banda de quatro elementos brevemente e o futuro deverá reservar muitos concertos para que o álbum chegue às pessoas. Também estamos a trabalhar no próximo álbum, que está a começar a soar muito fixe. É certo que compor melhor material será um dos focos principais.»

Banda do Dia

Banda do Dia: Absentation (Síria / death metal)

Joel Costa

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Os sírios Absentation têm em “Ascending to Desolate” (Fevereiro 2018) o seu mais recente trabalho, que surge 11 anos após o estreante “Mental Battle Resurrection” devido à crise que teve lugar na Síria. Neste disco o duo de Damasco fala-nos de um mundo governado pela falsidade: «As trevas que o ser humano tem dentro de si tornaram-se a regra número um para se integrarem nesta sociedade falsa. Vivemos através de falsas religiões que nos dividiram com os seus mitos supersticiosos, e também damos ênfase a todas as religiões abraâmicas, onde as descrevemos como malignas. Há uma manipulação por parte do governo e uma lavagem cerebral com o nacionalismo para que as pessoas morram pelos seus superiores. Usa-se a democracia como uma ferramenta e isto é válido para todos os países. Temos também uma música contra o racismo, intitulada “Constipated Gene”, pois estamos a presenciar a ascenção dos partidos de direita e das ditaduras. É um álbum que aborda a escuridão que não nos deixa viver juntos como um só.»

A banda de death metal prepara agora o seu terceiro longa-duração, cuja edição está prevista para o início de 2019.

Absentation é recomendado a fãs de Death, Morbid Angel, Suffocation, Nile e Deicide.

Links: Facebook | Bandcamp

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Banda do Dia

Banda do Dia: Graveshadow (EUA – power/symphonic metal)

Diogo Ferreira

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Banda: Graveshadow
Último lançamento: “Ambition’s Price” (M-Theory, 2018)
País: EUA
Género: power/symphonic metal
Links: Facebook | Bandcamp
Respostas: Roman Anderson (bateria)

Sobre o novo lançamento:
«Para este álbum quisemos focar-nos na produção e tentar captar o nosso som ao vivo. O Armand John Anthony (Night Demon) ajudou-nos a alcançar isso no [estúdio] Captain’s Quarters. As guitarras, o baixo e a bateria soam mais pesadas e a Heather adicionou várias camadas à sua voz, o que contribuiu para o som que queremos. O processo de composição foi um pouco diferente desta vez. O Aaron compôs duas músicas enquanto estávamos na estrada usando o seu iPad para fazer tudo. Duas canções deste álbum até têm alguns anos. Outras foram compostas dois meses antes de entrarmos em estúdio.»

Ambições:
«O nosso objectivo principal é fazer tours o máximo possível! Queremos continuar a mostrar o nosso nome e esperamos que com o lançamento do novo álbum consigamos atrair mais fãs!»

Influências/referências:
«Os membros da banda têm influências diferentes, isso é certo! É o que nos faz ser únicos, porque focamo-nos mesmo em combinar as nossas influências com a nossa própria sonoridade, e assim esperamos criar algo fresco! Adoramos algumas bandas como Iron Maiden, Devin Townsend Project, Led Zeppelin, Eternal Tears of Sorrow e HIM.»

Futuro:
«Agora em Abril damos suporte aos Sirena e aos Threat Signal na digressão pela Costa Oeste [EUA]. Esperamos planear a nossa própria digressão para o próximo Verão e depois no Outono. Também temos mais vídeos em curso, portanto vamos estar muito ocupados e activos!»

 

 

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Banda do Dia: Tengil (Suécia – post-hardcore / shoegaze)

Diogo Ferreira

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Banda: Tengil
Último lançamento: “shouldhavebeens” (Prophecy Productions, 2018)
País: Suécia
Género: post-hardcore / shoegaze
Links: Facebook

Sobre o novo lançamento:
«”shouldhavebeens” foi composto durante 2015 e 2016, e foi gravado em Dezembro de 2016 no Nacksving Studios em Gotemburgo. Com o Anton, o nosso anterior baterista, a sair da banda após o lançamento de “Six” [2015], o Pontus ocupou-se dessa tarefa, tornando os Tengil num trio. Fazer digressões desta forma fez-nos cair no mar das loopstations e muitos dos conceitos para “shouldhavebeens” foram escritos. Depois de um concerto na Suécia, em 2016, o Tobias chegou até nós e quis juntar-se à constelação como baterista, assim uma nova amizade foi formada. Tengil era novamente um quarteto. “shouldhavebeens” conta a história de dois amigos, três passagens de ano e uma ânsia maior do que a vida. O disco aponta a falar sobre nostalgia, saudade, doença mental, decadência, a promessa do amanhã e como a nossa visão colectiva do futuro determina aquilo em que nos tornamos.»

Ambições:
«Queremos tocar ao vivo o máximo possível, ter liberdade criativa e fazer vida da arte.»

Influências/referências:
«Não temos influências para além dos nossos pensamentos e sentimentos sobre a realidade e sobre as coisas que vivemos. É claro que gostamos de diferentes tipos de arte e é possível que isso nos tenha inspirado subconscientemente, mas não é que gostemos de uma canção em particular e queiramos que a nossa música soe exactamente a isso.»

Futuro:
«De 26 de Abril a 5 de Maio vamos estar no Japão com a constelação japonesa Wombscape. De 18 a 30 de Maio vamos andar pela Europa com novos amigos Setsuko e de 15 a 24 de Junho com os nossos amigos Nionde Plågan. Depois do Verão vamos começar a trabalhar em material novo e esperamos juntar-nos a uma digressão como banda de suporte para atingirmos o próximo nível.»

 

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