Banda do Dia: Shadowpath (Suíça – symphonic/progressive metal) – Ultraje – Metal & Rock Online
Banda do Dia

Banda do Dia: Shadowpath (Suíça – symphonic/progressive metal)

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Banda: Shadowpath
Último lançamento: “Rumours of a Coming Dawn” (2017)
País: Suíça
Estilo: symphonic/progressive metal
Links: Facebook | Spotify
Respostas: Philipp Bohny (teclas, vozes)

Sobre o último lançamento:
«Lançámos o nosso álbum de estreia “Rumours of a Coming Dawn” independentemente em 2017. Não iria tão longe ao ponto de dizer que é um álbum conceptual muito consequente, mas os temas seguem uma cadeia de eventos. Algumas faixas têm um aspecto autobiográfico, mas a maioria conta metáforas sobre a vida em geral. Gostávamos de deixar o conceito para a imaginação individual dos ouvintes, para que desenvolvam imagens nas suas mentes ao ouvir a nossa música. Mas em todas as letras, por vezes melancólicas e sombrias, há sempre um elemento de esperança, a faísca na noite, o raio de Sol que ilumina o cemitério na capa do álbum, esta “heavenly promise, that survives in our hands” como é dito no último verso da música “Beta”. Durante a gravação e produção do álbum, o nosso objectivo era obter um som bem definido, bastante atmosférico e multiverso, equilibrando a dicotomia entre a luz brilhante e a escuridão, ficando sempre interessante ao longo do álbum, sem se repetir. Também queríamos usar muitos elementos de teclados e ao mesmo tempo dar às guitarras pesadas o seu próprio espaço. A nosso ver, “Rumours of a Coming Dawn” é um álbum que revela a sua força máxima após algumas audições, desmascarando mais detalhes da sua estrutura a cada repetição. É difícil para nós pôr a nossa música em apenas um género, e talvez por isso é que em reviews o álbum já foi rotulado desde symphonic rock a death metal por diferentes autores… Mas honestamente, não pensamos muito no género, porque as músicas vêm do coração e reflectem os vários géneros musicais que nos influenciam, e é isso que os ouvintes podem esperar! “Rumours of a Coming Dawn” é uma jornada através de uma paisagem milagrosa e sempre em transformação, um passeio entre sonhos e névoas, um trilho pelas sombras, sendo um símbolo da vida que conecta lugares, momentos da vida e pessoas que alguma vez conhecemos.»

Ambições:
«Eu diria que o nosso nível de ambições é realisticamente equilibrado e bem adaptado às nossas vidas pessoais, nenhum de nós está em Shadownpath a tempo inteiro, temos famílias, empregos e bastantes outras actividades que não estão relacionadas com música que temos de ter em atenção. Por isso, não estamos a conseguir fazer digressões o máximo que conseguirmos (mesmo que gostássemos), mas pomos toda a paixão e tempo disponível que temos nesta banda, porque todos nós adoramos! Durante o próximo ano queremos, sem dúvida, gravar e lançar mais música, dar mais concertos na Suiça e nos países das redondezas, e crescer aos poucos. Mais tarde, quando o tempo for certo (e as crianças mais velhas), teremos uma situação nova para analisar e mais recursos à nossa disposição para usarmos em Shadowpath!»

Influências/referências:
«Há tantas importantes! Acho que as bandas que mais influenciam as músicas que escrevo são bandas como Opeth, Dark Tranquillity, Dream Theater, Katatonia, Blackfield ou Nightwish. Mas há inúmeras outras que influenciaram Shadowpath de uma maneira ou outra – Rage é uma delas, Lamb of God, Dire Straits, Grave Digger, mas também grupos fora do metal como Faithless e até mesmo compositores clássicos, como o maior compositor de sempre Johann Sebastian Bach. Quando gravamos música não estamos a tentar seguir um padrão certo ou a mantermo-nos fiéis ao som de uma banda, é mais uma integração orgânica e um desenvolvimento de fusão de diferentes géneros musicais que encaixamos numa certa parte.»

Futuro:
«Apesar de nunca sabermos onde uma jornada nos levará no futuro, tenho ideias bastante claras e estou neste momento a trabalhar em novos temas para o próximo álbum de Shadowpath. O período de escrita do álbum irá continuar até ao fim da Primavera de 2018 , depois planeamos entrar em estúdio mais tarde este ano… Por isso, o segundo lançamento é definitivamente um objectivo importante. Sem revelar muito posso dizer que vai ser um registo muito importante, que continua onde “Rumours of a Coming Dawn” acaba… Mas diferente! Como mencionei acima, também queremos dar mais concertos a promover o nosso álbum de estreia, ganhar visibilidade, obviamente alcançar uma audiência maior e, mais importante, celebrar a nossa música com os nossos fãs. Como somos uma pequena banda independente, estamos sempre à procura de uma colaboração com uma editora, não estamos a insistir para algum prémio (e infelizmente no passado tivemos de recusar algumas ofertas respeitosamente), mas quando o tempo certo chegar e a editora apropriada estiver interessada, é sem dúvida algo no qual estaríamos interessados. No geral, esta banda está apenas a começar e está cheia de energia!»

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