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Concertos

[Concertos] One Hundred And Twenty: A maturidade musical carregada de alma

Raquel Nunes Silva

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“[Para os One Hundred And Twenty] o palco é sinónimo de sabedoria.”

Foi na Sala da Liberdade na Marinha Grande, que os One Hundred And Twenty apresentaram as músicas que irão fazer parte do seu primeiro álbum, com lançamento oficial para breve. Uma organização que ficou a cabo de Os Vizinhos, naquela que foi a 12ª edição do Hard Sessions, no passado Sábado dia 14 de Maio.

Já passava das 23h00 quando se ouviram os primeiros acordes dos These Are My Tombs, banda natural de Leiria que trouxe o seu post-rock numa altura em que a sala ainda se ia compondo. Tocaram músicas potentes do álbum de estreia “Morphosis” lançado em 2012 e que deu o mote para uma noite de verdadeiro rock ‘n’ roll, com o público atento e a responder com headbanging.

Já com a sala bem composta e constante frenesim no bar, o barulho de fundo é rompido com “Believe”, a primeira música tocada pelos One Hundred And Twenty (OHAT).

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Para o colectivo liderado pelo multi-instrumentista Arlindo Cardoso, o palco é sinónimo de sabedoria pois todos os elementos resultam de outros projectos de grande peso no panorama nacional underground, como Low Torque, Meu Outro Tanto ou Wako, e no panorama internacional como Anathema.

Com uma mensagem de reflexão, os OHAT transpiram musicalidade aliada a riffs poderosos e melódicos com forte carga lírica. Canções como “Grateful”, “Elipse”, “Innocence” e “The Big Blue” fizeram parte do alinhamento com “Cocoon” a marcar o momento mais “doce” da noite.

Não existindo uma barreira entre o palco e o público que vibrava ao sabor da agilidade vocal de David Pais – a quem lhe atribuo semelhanças a Brandon Boyd dos Incubus -, o vocalista foi acompanhado por uma linha de baixo coesa e uma bateria cavalgante que explodiu com “Evilotion” e “They Said”. Os anos 90 a marcar identidade neste projecto musical de excelência e que fez valer a pena a quem saiu de casa.

O tema “Judith”, dos A Perfect Circle, marcou o fim do concerto, deixando o público ao rubro. Uma cover surpreendente e incomum numa noite em que a luz vermelha do palco iluminou o rock ‘n’ roll na verdadeira acepção da palavra.

Texto: Raquel Silva
Fotografia: Idalécio Francisco

Concertos

[Festivais] Under The Doom V: A antevisão

Joel Costa

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O Under The Doom está a exactamente uma semana de ter início, com o RCA Club (Lisboa) a abrir as portas no dia 30 de Novembro para acolher nomes como Earth Electric, Mourning Sun, Painted Black e When Nothing Remains.

Os Painted Black têm em “Raging Light” – editado em Outubro passado – o seu mais recente trabalho, que vê a banda lisboeta com raízes na Covilhã a apresentarem uma sonoridade rejuvenescida, fugindo um pouco do doom que os caracterizou na altura da estreia, em 2010, com “Cold Comfort”, e explorando pastagens mais post. A estrearem-se este ano com “Vol.1: Solar”, que mereceu uma edição através da prestigiada Season Of Mist, estão os Earth Electric de Rune Eriksen (conhecido como Blasphemer durante a sua incursão nos noruegueses Mayhem) e Carmen Simões, dos agora extintos Ava Inferi. Bem conhecidos do público português e não só, esta dupla regressa com um projecto hard rock que se funde com um lado mais doom e progressivo, sem esquecer a vertente ritualista que sempre os acompanhou em projectos anteriores. Do lado internacional do cartaz para este dia, encontram-se os chilenos Mourning Sun que apresentarão o seu novo EP “Latitud:56’S” e os suecos When Nothing Remains, que têm em “In Memoriam”, de 2016, o seu mais recente e terceiro longa-duração.

O que esperar dos outros dias? A resposta é fácil: muito doom e gothic metal! Se bem que se estivermos a falar de Lacuna Coil – cabeças-de-cartaz para o dia 1 de Dezembro – haverá certamente quem diga que o que se pode esperar seja uma espécie de pop metal. Passando à frente, a banda de Cristina Scabbia traz “Delirium” aos palcos nacionais, um álbum que dividiu opiniões mas cuja actuação trará certamente alguns dos temas que marcaram o novo século, com álbuns como “Unleashed Memories” ou até mesmo “Comalies” a figurarem entre os melhores do género. E o que dizer de Liv Kristine? Com um percurso sólido tanto a solo como na sua passagem por bandas como Theatre of Tragedy ou Leaves’ Eyes, a cantora norueguesa peca apenas por não ter novidades discográficas desde “Vervain”, editado há três anos. “Vervain” oferece uma compilação bem variada de temas inéditos e que reúne as melhores qualidades que a artista foi capaz de desenvolver desde que se aventurou na sua carreira a solo, em 1997. Como seria de esperar de alguém que sabe o que está a fazer dentro da cena gótica, contem com uma actuação negra, bela e acima de tudo coerente.

No último dia do festival o RCA Club será invadido pelas florestas norueguesas, com os In The Woods… a trazerem a sua viciante atmosfera ao palco da capital. Com uma discografia repleta de pontos altos, “Pure” é a última novidade do quarteto, onde os temas lá presentes assumem uma identidade bem vincada e, como é habitual com os In The Woods…, esquecem as leis do tempo e criam todo um impressionante ambiente, que se vai construindo até dar origem a uma explosão de som. Os Ahab também marcarão presença, com o seu funeral doom metal a servir de marcha fúnebre para assinalar o começo do fim, daquela que será certamente uma excelente edição deste festival.

Pelos palcos do Under The Doom passam ainda nomes como os “nossos” Process Of Guilt – que são a mais recente confirmação para o cartaz de dia 2 de Dezembro -, Novembers Doom, Acherontas, Gold, Green Carnation, Inhuman, The Foreshadowing e Cellar Darling.

Mais informações abaixo:

Dia 30 Novembro – RCA Club / Lisboa
EARTH ELECTRIC – MOURNING SUN – PAINTED BLACK – WHEN NOTHING REMAINS 
Abertura de Portas – 20:30 / Início 21:00
Bilhete: 15€

Dia 01 Dezembro – Lisboa ao Vivo – Lisboa
LACUNA COIL – LIV KRISTINE – GREEN CARNATION – INHUMAN – THE FORESHADOWING – CELLAR DARLING
Abertura de Portas – 18:00 / Início 18:30
Bilhete: 35€ (Pré-venda / 36€ Próprio dia)

Dia 02 Dezembro – RCA Club – Lisboa
IN THE WOODS – AHAB – PROCESS OF GUILT – NOVEMBERS DOOM – ACHERONTAS – GOLD
Abertura de Portas – 18:00 / Início 18:30
Bilhete: 30€ (Pré-venda / 31€ Próprio dia)

Onde comprar bilhetes:
Venda Online (LetsGo.pt): http://bit.ly/2v5ruIl

Venda Online (unkind.pt):
http://www.unkind.pt/catalogo/listaprodutosbanda.php…

Bilhetes físicos e personalizados:

– Glam o Rama Rock Shop – Lisboa
– Loja Carbono – Amadora
– Quiosque ABEP- Lisboa (só bilhetes diários)
– RCA Club- Lisboa (só bilhetes de 3 dias e para dia 2 dez.)
– Fnac Almada – (só bilhetes para dia 1 Dezembro)
– Fnac Colombo – (só bilhetes para dia 1 Dezembro)
– Fnac Vasco da – Gama (só bilhetes para dia 1 Dezembro)
– Loja Piranha – Porto
– Loja Bunker – Porto

Preço dos bilhetes:

(30 nov). = 15€ – (á venda apenas no próprio dia)
(01 dez.) = 35€ – (36€ Próprio dia)
(02 dez.) = 30€ – (31€ Próprio dia)
Golden Tickets / Bilhetes 3 dias – 60€

Links:
https://www.facebook.com/UndertheDoomFestival/

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Concertos

[Festivais] XXI SWR Barroselas Metalfest: Suffocation e Carpathian Forest entre as primeiras 15 confirmações

Diogo Ferreira

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A XXI edição do SWR Metalfest Barroselas já se começa a compor com as primeiras 15 bandas que podes conferir no cartaz abaixo, sendo Suffocation e Carpathian Forest os nomes mais sonantes.

O festival realiza-se em Barroselas entre os dias 27 e 29 de Abril de 2018. O X-MAS Pack já pode ser adquirido AQUI. O evento oficial no Facebook já se encontra disponível AQUI.

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Concertos

[Concertos] Iron Maiden actuam em Lisboa a 13 de Julho de 2018

Diogo Ferreira

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A digressão mundial “Legacy of The Beast World Tour”, dos Iron Maiden, passa por Lisboa a 13 de Julho de 2018 na Altice Arena. Os bilhetes estarão à venda a partir de 24 de Novembro.

Segundo o post da Prime Artist, esta tour foi inspirada no jogo para telemóvel e no livro de banda-desenhada com o mesmo título e o design do palco para as actuações contará com uma série de “mundos” diferentes, mas interligados, com um alinhamento definido que vai cobrir uma grande selecção de material dos anos 80 e algumas surpresas de álbuns posteriores para adicionar diversidade.

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