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[Reportagem] Serrabulho + Destroyers Of All + Terror Empire + Dallian (02.02.2019, Coimbra)

João Correia

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Destroyers Of All (Foto: João Correia)

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Serrabulho + Destroyers Of All + Terror Empire + Dallian
02.02.2019 – Coimbra

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A Ultraje tem dado a devida atenção aos desenvolvimentos à volta dos Destroyers of All e, após o studio report e a entrevista, marcámos presença no concerto de lançamento de “The Vile Manifesto”, segundo trabalho do quinteto conimbricense. Com uma sala bem composta ante da primeira banda que deu início ao espectáculo, tudo fazia prever que seria uma noite violenta em apoio à prata da casa.

A promoverem o seu disco de estreia “Automata”, os Dallian apresentaram-se a convite dos Destroyers Of All, mas a prestação do quarteto de Leiria saldou-se num balde de água gelada, muito devido a um som completamente imperceptível e embrulhado, não obstante o ponto da sala em que o ouvimos (e foram vários), como a uma clara falta de experiência ao vivo, principalmente do vocalista Carlos Amado, que resultou em momentos que em nada fazem jus ao formato CD. Esforçámo-nos por tentar encontrar uma linha condutora, mas em vão. Menos esforço em estúdio e mais esforço na sala de ensaios, bem como melhor compreensão de munição de palco versus som de saída para o público deverão resolver o assunto – basta investir nisso.

Seguiram-se os Terror Empire, que lograram dar mais um bom concerto; a diferença da qualidade de som dos Dallian ajudou imenso, note-se. Focaram a actuação principalmente em “Obscurity Rising”, iniciando o set com “You’ll Never See Us Coming” e, daí em diante, debitando tema atrás de tema sem contratempos de maior, com Nuno Raimundo a roubar constantemente as atenções devido aos solos fluidos e contagiantes. Foram certamente a banda correcta para anteceder os Destroyers of All, mais que não seja por terem dado um concerto audível.

Subiram então ao palco os Destroyers of All, esperados por bastantes amigos e curiosos com o novo álbum. Em “The Vile Manifesto”, a banda apostou num som mais homogéneo e linear, sem deixarem para trás as influências diversas e o experimentalismo a que sempre se dedicaram. Embora sejam discos distintos, o segundo trabalho descomplica sem cair no abismo do “vira o disco e toca o mesmo”. Tiveram a plateia na mão durante toda a actuação, com um som imperfeito nos momentos iniciais, mas que foi rapidamente afinado e que resultou num concerto bastante sólido. Entre os novos temas, destacou-se “Destination: Unknown”, uma das ofertas mais fortes do recém lançado álbum, por resultar muito bem ao vivo. Também Alexandre Correia esteve em destaque devido ao trabalho de topo e inspirado que imprime aos Destroyers of All, o que só prova o cada vez maior empenho das bandas nacionais em apresentar produtos de qualidade.

Para enterrar o defunto (ou o chouriço, consoante a vontade do freguês), vindos das montanhas imemoriais e profanas, chegaram as hordas dos Serrabulho, prontas a satanizar ou sanitizar os presentes no Massas Club. A presença dos Serrabulho foi uma valente decepção: só houve uma almofada rasgada, não vimos uma única prancha de bodyboard ou uma bóia em forma de pato, ou tão pouco um copo de cerveja a voar em direcção às câmaras dos fotógrafos… Enfim, se não fosse o cruzado na guitarra, o Zé Povinho nos vocais e o indiferenciado na viola-baixo, teria sido um concerto tão agradável como uma fractura exposta. Felizmente, o som e a prestação musical dos Serrabulho colmataram a fraca presença no tabuado… Isto até a banda ter convidado cerca de 12000 pessoas a subir para cima dele. Ainda assim, fora de palco foram fortes graças a um comboio humano que percorreu a sala numa conga line de se lhe tirar o chapéu. Em bom português, um concerto muito bom.

A festa continuou noutras paragens, sendo que o Massas Club começa a dar que falar não só pelo Mosher Fest, como também pelas diversas iniciativas associadas ao metal que por lá se apresentam. As pessoas saíram da sala com um sorriso nos lábios. Não se pode pedir muito mais.

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Texto e fotos: João Correia

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Nuno Bettencourt, Tom Morello e Scott Ian tocam tema de Game Of Thrones

Diogo Ferreira

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Consagrada como uma das séries mais populares de sempre, Game Of Thrones, que terminou na última madrugada, teve a capacidade de exultar nos seus fiéis seguidores todas as emoções desde o seu início com o genérico criado por Ramin Djawadi.

No clip abaixo, Djawadi é acompanhado por Dan Weiss (criador da série), Tom Morello (Rage Against The Machine), Scott Ian (Anthrax), Nuno Bettencourt (Extreme) e Brad Paisley numa jam session com as novas guitarras Fender em que tocam precisamente o tema principal de Game Of Thrones com muito free-style solista pelo meio.

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Sabaton History Channel, ep. 15: o Barão Vermelho

Diogo Ferreira

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No novo episódio do Sabaton History Channel, Joakim Brodén e Indy Neidell escolhem falar do tema “The Red Baron” que pertence ao próximo álbum “The Great War”, a ser lançado a 19 de Julho pela Nuclear Blast.

O Barão Vermelho é um do ícones heróicos da I Guerra Mundial que, simultaneamente, engloba a mecanização e a romantização da guerra moderna com as suas habilidades e heroísmo. Manfred von Richthofen é o nome verdadeiro do piloto que é, então, recordado em mais um episódio do Sabaton History Channel.

Mais episódios AQUI.

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Jinjer ao vivo no Resurrection 2018 (c/ vídeo)

Diogo Ferreira

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Foto: Veronika Gusieva

Abaixo podes assistir à prestação dos Jinjer no Resurrection de 2018. Recentemente disponibilizado pelo próprio festival, este vídeo servirá para aguçar a vontade que os fãs desta banda têm para os ver no Vagos Metal Fest deste ano. Nos quase 40 minutos de concerto, os Jinjer executaram temas como “Words Of Wisdom”, “I Speak Astronomy”, “Pisces” ou “Captain Clock”.

O EP “Micro”, lançado em Janeiro de 2019 pela Napalm Records, é o registo mais recente dos ucranianos que, como referido, actuarão no Vagos Metal Fest, evento que se realiza entre 8 e 11 de Agosto. Stratovarius, Six Feet Under, Satyricon, Candlemass, Death Angel, Watain e Alestorm são alguns dos nomes do cartaz.

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