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Download Festival Madrid: o paraíso aqui tão perto

João Correia

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Foto: Download Festival

Nos dias 28, 29 e 30 de Junho celebrar-se-á pela segunda vez o Download Festival Madrid. Descendente directo do mítico festival Monsters of Rock, o Download Festival continua o trabalho do seu antepassado apresentando o “quem é quem” do metal e do rock durante três dias em que o público já está habituado a esperar os melhores nomes dos diversos estilos que compõem estes dois géneros musicais.

Com a sua primeira edição em 2017, conseguiram eclipsar todos os outros festivais da península com um cartaz que apresentava nomes incontornáveis como Linkin Park, Opeth, Ministry, System of a Down, Mastodon, Gojira, NOFX e The Cult. Para o público dedicado ao som mais pesado, conseguiram convencer com bandas como In Flames, Sólstafir, Brujeria, Suicidal Tendencies ou Iced Earth. Este 2018 não só não será diferente como já é mais do que óbvio que o Download se prepara, uma vez mais, para fazer empalidecer qualquer outro cartaz em Espanha ou Portugal no que toca às sonoridades do rock para cima.

O cartaz da edição de 2018, de natureza bastante eclética, já foi encerrado e conta com Marilyn Manson, A Perfect Circle, Arch Enemy, Kreator, Pennywise, Guns N’ Roses, Myrkur, Carpenter Brut, Foscor, Tesseract, Iron Reagan, Exhorder, Clutch, Angelus Apatrida, Parkway Drive, Bullet For My Valentine, Ego Kill Talent, Ozzy Osbourne, Judas Priest, Carcass, The Hellacopters, Baroness, L7, Madball e Volbeat, entre dezenas de outros convocados. Assim, é um evento direccionado tanto ao público mais orientado para as sonoridades mais suaves, como para as mais pesadas.

O evento tem ofertas apelativas para os festivaleiros: não só é realizado numa das cidades mais vibrantes da Europa, como oferece condições especiais para grávidas (zona de mobilidade reduzida), pais (crianças até 10 anos não pagam bilhete), vegetarianos/veganos/celíacos (vários pontos de venda de comida/bebida apropriadas) e festivaleiros em geral (zona de cacifos, área VIP com acessos exclusivos e área de chillout). Para não variar, existirão dezenas de bancas de merchandise e discos espalhados pelo recinto La Caja Mágica, no sul de Madrid.

A Strike Tours, empresa de excursões de Leça da Palmeira, está a organizar uma viagem de ida e volta a este festival no dia 28 de Junho. As opções disponibilizadas vão desde as viagens de avião ao alojamento, passando também pelos transfers e que tem a particularidade de englobar todas as necessidades dos excursionistas em diferentes pacotes disponíveis.

Com as previsões meteorológicas a prometerem em breve subidas de temperatura dignas para o fim de Junho, o Download Festival Madrid é o pontapé de saída perfeito para o início dos festivais de Verão por estar tão perto de nós e por proporcionar três dias de deleite auditivo ao som de algumas das maiores lendas rock/metal. Indecisos? Nada como espreitar como foi a edição de 2017 nas imagens abaixo. Para mais informações, consultar a página do Download Festival.

(Fotos: Download Festival)

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Lançamentos de 15.02.2019 (Rotting Christ, Asphodelus, Diabolical, Saor)

Diogo Ferreira

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Rotting Christ “The Heretics” (Season Of Mist)

«Sempre com a assinatura do black metal helénico tão característico e evoluído dos Rotting Christ, este álbum ganha novas cores sonoras com a introdução de uma espécie de cânticos eucarísticos e até gregorianos. Melódico do princípio ao fim, os leads e solos cativantes são também elementos preponderantes na intenção de agarrar quem ouve um álbum que surge no melhor momento de sempre da carreira desta banda devido não só à mestria de composição e execução mas também por causa da exposição mundial que Sakis e companheiros têm vivido nos últimos 10 anos.» (DF)

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Asphodelus “Stygian Dreams” (Terror from Hell Records)

«Ao longo de oito faixas, ouvem-se riffs/leads melódicos e tristes que são complementados por arranjos luminosos de teclados em contraste com a voz áspera que fornece ainda mais negritude a todo um conceito sempre bonito de se ouvir se for bem feito, como é o caso.» (DF)

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Diabolical “Eclipse” (Indie Recordings)

«Será “Eclipse” o melhor álbum dos Diabolical? Sim. (…) “Eclipse” é como se Enslaved e Behemoth nas suas fases actuais tivessem um filho chamado Diabolical.» (DF)

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Saor “Forgotten Paths” (Avantgarde Music)

«Entre a natureza das highlands e a herança escocesa, Marshall mistura tradição sonora com o folk/black metal já conhecido de Saor através de outros elementos habituais, como flautas e violinos. De audição intensa e emocional – devido à voz que tanto sofre como revela valentia ou devido à melodia das guitarras em conluio com flautas -, “Forgotten Paths” é autêntico e prova que evoluir faz bem sem se esquecer o caminho trilhado até à actualidade.» (DF)

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Sabaton History Channel: segundo episódio dedicado a “Blood of Bannockburn”

Diogo Ferreira

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No segundo episódio do Sabaton History Channel, Indy Neidell e Joakim Brodén trazem o tema “Blood of Bannockburn”, do álbum “The Last Stand” (2016), que versa sobre a batalha com o mesmo nome que ocorreu durante a Primeira Guerra da Independência da Escócia (1296-1328). Robert the Bruce é uma das principais figuras deste momento histórico ao ter-se oposto aos invasores ingleses liderados por Eduardo I.

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Phil Demmel (ex-Machine Head): «Detestei o último disco.»

Diogo Ferreira

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Foi em Setembro de 2018 que Robb Flynn, dos Machine Head, anunciou que o guitarrista Phil Demmel e o baterista Dave McClain iam abandonar a banda. Ainda assim, os dois músicos despediram-se dos fãs de Machine Head com a digressão norte-americana Freaks & Zeroes.

Meses volvidos, Demmel falou sobre este assunto durante um episódio do podcast Talk Tommey. «Não vou dizer mal desta separação ou do Robb. Acho que ele é um músico fantástico e os tempos que passei em Machine Head foram maravilhosos. Os últimos anos apenas não foram. Já não trabalhávamos como pessoas.»

Depois de afirmar que já não estavam a percorrer o mesmo caminho, Demmel faz a revelação chocante sobre o álbum “Catharsis”: «Detestei o último disco. Há momentos daquilo que compus que gosto. Compus a maior parte da [faixa] “California Bleeding”, mas o Robb escreveu as letras.» «Acho que [Machine Head] tornou-se no projecto a solo do Robb Flynn, e não foi para isso que me alistei», remata.

«Os últimos anos foram apenas para receber salário – e não posso fazer isso», referindo que não aguentava constantes indicações como «não podes fazer isto, não podes fazer aquilo, não fiques aí, não digas isto, não cantes as letras para o público, não apontes».

Em última análise, o guitarrista acha que ambos estavam fartos um do outro – «acho que lhe fiz um favor ao não ter que me despedir», saindo assim pelo próprio pé.

Phil Demmel, que esteve nos Machine Head primeiramente em 2001 e depois no período entre 2003 e 2018, conclui: «Ajudei esta banda desde o ponto mais baixo ao mais alto. Fizemos álbum fantásticos, demos concertos fantásticos. Por isso, estou a tentar reflectir sobre as cenas positivas.»

Actualmente, Demmel está a substituir Gary Holt (Exodus) nos Slayer e ressuscitou o projecto Vio-lence. Por sua vez, o baterista Dave McClain reuniu-se aos Sacred Reich.

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