Quatro álbuns lançados a 8 de Setembro que já podes comprar! | Ultraje – Metal & Rock Online
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Quatro álbuns lançados a 8 de Setembro que já podes comprar!

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Grift “Arvet” (Nordvis Produktion)

«Depois de “Syner” (2015) e do split com Drudkh (2016), chegamos a “Arvet”, que significando herança, é composto por seis faixas que nos falam daquilo que herdamos social, biológico e religiosamente, sempre com um sentimento melancólico e nostálgico adjacente. (…) Caminhando pelas mesmas florestas e experienciando os mesmos sonhos de 2015, “Arvet” é o perfeito fio condutor que se iniciou em “Syner” e que agora continua. Melhor ainda: Grift está muito mais interessante e profundo do que nunca.» DF

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Comeback Kid “Outsider” (Nuclear Blast)

Mesmo com uma produção moderna e polida, sente-se bem a pujança dum concerto e só dá vontade de começar ao pontapé ou, em caso de seres uma pessoa mais calma, efectuar um air-drumming passivo-agressivo. (…) Os canadianos não se querem envolver em rótulos definitivos, não querem estar limitados e preferem trabalhar segundo os seus termos. Isto é hardcore sim, mas o título “Outsider” assenta como uma luva certinha.» DF

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Threshold “Legends Of The Shires” (Nuclear Blast)

«Apesar de toda a qualidade da parte instrumental, o regresso de Glynn Morgan ao domínio do microfone, lugar que ocupara no álbum “Psychedelicatessen”, de 1994, em detrimento de Damian Wilson, empurrou a melodia dos temas para campos ainda mais “popescos”, com um pendor muito mais comercial e mais associado a clichés. Esta mudança acaba por minar, de alguma forma, este trabalho, tornando-o num retrocesso em relação ao anterior, “For The journey”, de 2014. É provável que esta mudança tenha bons resultados a nível comercial, mas, no que se refere ao mundo do metal progressivo, é algo que se pode considerar verdadeiramente “regressivo”.» PF

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Arch Enemy “Will To Power” (Century Media Records)

«Há os bordões conhecidos em AE com aquelas duas típicas faixas que resultarão como singles: “The World Is Yours” e “The Eagle Flies Alone” mostram a faceta anárquica de Amott com letras que desejam destronar o sistema e aqueles refrãos tão melódicos que chegam a soar baratuchos, mas que, na verdade, ficam no ouvido (afinal um single também é para isso). É assim: estamos em 2017 e “Will To Power” é só e apenas mais um álbum de AE.» DF

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