#ChooseUltraje

Notícias

[Nacional] LhabyA falam da sua entrada em estúdio para gravar novo álbum

Joel Costa

Publicado há

-

upload

“O nosso objectivo sempre foi a internacionalização.”

Os nacionais LhabyA entraram em estúdio para gravar o sucessor do EP de estreia “The Five Thousand Dollars”.

As gravações estão a decorrer nos estúdios da Raising Legends, onde a banda encontra-se a trabalhar com o produtor André Matos, produtor esse que tem assinado trabalhos de bandas como os Web ou Heavenwood.

Em exclusivo à Ultraje, os LhabyA classificam a escolha de André Matos para a produção como óbvia: “A escolha do André foi óbvia! É das pessoas que mais apoia os valores emergentes que os ‘senhores’  da música nacional insistem em ignorar. Tem no currículo bandas de géneros que vão do rockabilly ao metal extremo e essa capacidade de adaptação e uniformidade foram essenciais para a escolha!”

Sobre o tipo de sonoridade que esperam alcançar nesta nova proposta, a banda comenta: “Acreditamos que o André consegue captar a nossa essência, devido à sua capacidade de adaptação e principalmente por ser minucioso com o trabalho que faz. Ele vai conseguir tirar a melhor sonoridade e levar as músicas ao seu potencial máximo.”

upload

Os dois anos que separam o lançamento do primeiro EP da entrada em estúdio foi tempo suficiente para os LhabyA redefinirem um pouco a sua identidade musical, pelo que poderemos contar com algumas novidades neste longa-duração de estreia, sem esquecer o caminho traçado pela banda desde sua formação até ao presente: “Temos um guitarrista e um baterista novos, o que por si só já altera em muito a sonoridade da banda. Quantos aos temas em si, são uma mistura de tudo aquilo que compusemos na nossa carreira, desde os primeiros com a primeira formação, passando por alguns feitos já na segunda formação com o Bruno [Teixeira] na bateria, até um tema já composto com o Leo [Macedo] na guitarra. Haviam músicas que tinham que ser gravadas porque sempre gostamos muito delas, mesmo já tendo uns anitos.”

Apesar de ter sido só em 2014 que os LhabyA se estrearam na edição de discos, a banda conta já com oito anos de carreira. “Somos obviamente diferentes [daquilo que éramos há oito anos atrás]. Para além da formação ter alterado, crescemos como músicos, temos mais horas de palco, quilómetros na estrada e também mais experiência em relação ao modus operandi das coisas. Tudo isso influencia a nossa maneira de ver as coisas, de compor, de olhar para o mundo da música, quer nacional, quer internacional. A sonoridade, na nossa perspectiva, está um pouco mais pesada, mais técnica até, mas mantém-se fiel ao que nós na brincadeira chamamos de agressividade melodiosa! Apesar de não escrevermos música a pensar no que queremos, deixamos sempre seguir o seu curso natural, sem forçar ou tentar seguir este ou aquele caminho, esta ou aquela sonoridade. Digamos que, apesar de tudo, conseguimos ter muita gente que nos diz que ‘não gosto de música barulhenta, mas adoro a vossa banda’, o que nos deixa felizes por podermos ser uma porta de entrada para a música real.”

Sobre o novo álbum, a banda adianta-nos que os temas serão “uma mistura de antigos e de novos”, explicando: “Tivemos que pegar neles e quase levá-los à raiz para os uniformizar, não querendo com isto dizer que os alterámos, mas sim que encontrámos os pontos comuns, acrescentado características que já se encontram em vários temas dos LhabyA.”

Em relação ao conteúdo lírico, a banda comenta: “A questão lírica é algo que o Jaymz (vocalista/guitarrista ritmo) faz sozinho. Este álbum não tem uma história para contar, como um álbum conceptual. Cada letra fala de experiências vividas por ele, ou mesmo por todos nós. Conta uma história, transmite uma mensagem, uma forma de estar na vida, mas não estão necessariamente relacionadas umas com as outras.”

Os LhabyA admitem que o objectivo da banda passa por preencher um vazio existente na cena nacional, com uma internacionalização à vista: “A cena nacional tem bandas muito boas das quais gostamos muito! Mas não se trata de todo de seguir uma fórmula, mas sim de quebrar com o habitual, ser uma pedrada no charco, mesmo sabendo que o mercado nacional está como está, dominado pelos ‘Velhos do Restelo’ e suas sociedades. Mas o nosso objectivo sempre foi a internacionalização. Aliás, foi precisamente isso que nos fez pegar nas guitarras e arrancar para os Estados Unidos com apenas dois concertos confirmados, pois sabemos que esse é o nosso mercado, onde o nosso estilo de som é mais apreciado! Isto, obviamente, sempre carregando connosco o orgulho em sermos portugueses.”

Mais detalhes sobre o novo álbum dos LhabyA serão divulgados brevemente.

Notícias

Fleshgod Apocalypse celebram novo álbum com o single “Worship and Forget”

Diogo Ferreira

Publicado há

-

Foto: Dave Tavanti

O quinto álbum dos Fleshgod Apocalypse intitula-se “Veleno” e é lançado hoje, 24 de Maio, pela Nuclear Blast. Depois de “Sugar” e “Carnivorous Lamb”, a banda celebra o novo intento discográfico com “Worship and Forget”.

Os italianos são uma das bandas a actuar no Laurus Nobilis Music de 2019, que se realiza entre os dias 25 e 27 de Julho em VN de Famalicão. Hypocrisy, Samael, Soilwork, Entombed AD e Crematory são outras bandas de renome incluídas no cartaz.

Continuar a ler

Notícias

Possessed: vídeo de “Graven”

Diogo Ferreira

Publicado há

-

O novo álbum dos padrinhos do death metal Possessed intitula-se “Revelations Of Oblivion” e foi lançado a 10 de Maio pela Nuclear Blast.

Depois dos singles “No More Room in Hell” e “Shadowcult”, a banda veterana avança com o vídeo de  “Graven” que serve essencialmente para promover a próxima digressão.

A banda liderada por Jeff Becerra passará por Portugal para duas datas:

Continuar a ler

Notícias

Alase: novo single “Riisuttu”

Diogo Ferreira

Publicado há

-

Foto: Sakke Paavola & A. Aho

Cantado em finlandês, abaixo podes ouvir “Riisuttu”, o novo single dos Alase. O tema pertence ao muito aguardado primeiro álbum “Vastaus”, que será lançado a 7 de Junho pela Inverse Records.

Com todas as suas influências combinadas entre metal progressivo, post-rock e alt-rock, o guitarrista Janne Lunnas diz que «”Riisuttu” é a canção mais versátil» que alguma vez fizeram. «Esta música representa bem a nova direcção musical que começámos a tomar e é muito boa de se tocar ao vivo», conclui.

Continuar a ler

Facebook

#UltrajeRadar

Ultraje #21