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[Exclusivo] Manes: streaming integral de “Slow Motion Death Sequence”

Diogo Ferreira

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Fundados em 1993, os noruegueses Manes têm em “Slow Motion Death Sequence” a peça perfeita para celebrar os seus 25 anos de carreira. Tendo em conta este marco aniversariante, e em exclusivo à Ultraje, a banda afirma: «Diria que, de certa forma, começamos cada álbum do zero, não damos grande atenção a lançamentos anteriores, aniversários, opiniões e coisas assim.» Questionados sobre quão exuberante tinha de ser este disco, o grupo continua: «Tentamos fazer um álbum que, nós próprios, gostaríamos de ouvir e de ficar satisfeitos. “Slow Motion Death Sequence” é o nosso melhor trabalho até à data, e estamos muito felizes com o resultado. Contentes como um poodle fresquinho acabado de ser tosquiado.»

Esta pequena nota de sentido de humor é admirável e contrastante ao teor do álbum, pois ansiedade e experiências de quase-morte assumem um papel de relevante importância. «Acho que é um bocado errado dizer que “Slow Motion Death Sequence” é um álbum conceptual, mas temos uma temática à volta de morte que tolda a nossa abordagem aos aspectos musicais e visuais. Como trabalhámos neste álbum durante vários anos, algumas coisas ajudaram a formá-lo em relação a experiências pessoais, sendo as de quase-morte uma delas. Ansiedade também, muito provavelmente.»

O novo álbum dos Manes intitula-se “Slow Motion Death Sequence” e é lançado hoje, 24 de Agosto, através da Debemur Morti Productions.

A review pode ser acedida AQUI.

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[Exclusivo] Aoratos: streaming integral de “Gods Without Name”

Diogo Ferreira

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Conhecido pelo seu trabalho em Nightbringer, Naas Alcameth surge com um novo projecto de nome Aoratos. Expandindo-se artisticamente mais do que já conhecemos em Nightbringer ou Akhlys, o álbum “Gods Without Name” sonda as trevas encontradas além-fronteiras do mundo profano e do homem comum.

Num álbum dinâmico como este é necessário encontrar o ponto certo que equilibre o transe cósmico com paisagens obscuras. Naas Alcameth explica em declarações exclusivas à Ultraje: «Com tantos elementos, pode ser complicado encontrar um bom equilíbrio, já que as várias camadas competem para se posicionar à frente e há muito espaço para trabalhar antes que se comece a perder elementos.»

Nem tudo é palpável ou visível, por isso, em Aoratos, deparamo-nos com uma ideologia mais alta que pensa sobre eidola e egregore. «O primeiro seria o nascimento de um indivíduo, seja isso o fantasma de um falecido ou uma forma de pensamento que se tornou autónoma através de obsessão, fetish ou outro foco intenso», esclarece sobre eidola. Quanto a egregore, representa «um erguer colectivo».

Com espaço ainda para se dissecar o título do álbum, estão esses deuses sem nome ainda por descobrir ou será antes uma metáfora dos nossos comportamentos e pensamentos humanos? Para Naas Alcameth, a primeira observação «seria mais precisa». «O uso do termo ‘deuses’ tem a ver com a maneira como isso era frequentemente concebido pelos gregos, que muitas vezes se referiam a todos os tipos de demónios como ‘deuses’ e não apenas aos deuses propriamente ditos, que eram vistos como inabaláveis ​​na sua perfeição.»

“Gods Without Name” será lançado a 22 de Março pela Debemur Morti Productions.

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Gaahls WYRD: segundo single antecipa álbum de Maio’2019

Diogo Ferreira

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Foto: Jørn Veberg

Como o próprio nome indica, Gaahls WYRD é encabeçado pelo antigo vocalista de Gorgoroth. O norueguês está de volta aos álbuns com “GastiR – Ghosts Invited”, que será lançado a 31 de Maio pela Season Of Mist.

Depois de “Ghosts Invited”, banda e editora avançam com o single “From the Spear”, que podes ouvir imediatamente abaixo.

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Misery Index: streaming do novo álbum “Rituals Of Power”

Diogo Ferreira

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“Rituals of Power” é o título do novo álbum dos Misery Index e é lançado hoje, 8 de Março, na Europa pela Season Of Mist.

Ainda que não sejam membros originais, Adam Jarvis (bateria) e Mark Kloeppel (guitarra/voz) são dois nomes que saltam à vista quando se fala em death metal (relembre-se Pig Destroyer, Cast the Stone e Scour, estes com Phil Anselmo) e em Misery Index. Mais afastados de abordagens aos diversos ‘cores desta vida, o quarteto lança-se em definitivo à tempestade do death metal com nove novas faixas extremamente acutilantes que não demonstram qualquer abrandamento à medida que o álbum segue – sem descanso! Cristalinamente compacto no departamento da produção e brutalmente coeso na execução instrumental, ainda que com breves rasgos de melodia, “Rituals Of Power” questiona a veracidade de quem quer manter o poder, os regimes e as ideologias a todo o custo. (in Ultraje #20)

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