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Metallica “The Perfect Album” − Warm-up para 01.02.2018 (Altice Arena, Lisboa)

Rui Vieira

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Todas as bandas têm altos e baixos, e os Metallica não são excepção. Com 10 álbuns de originais na bagagem, e em jeito de aquecimento para o concerto do próximo dia 1 de Fevereiro na Altice Arena (Lisboa), a Ultraje elabora agora um álbum virtual perfeito com 10 temas, um de cada lançamento, daquela que é − para muitos − a maior banda de metal de todos os tempos. Um “Best Of”? Não, a Ultraje não tem por hábito ser previsível.

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10. That Was Just Your Life (“Death Magnetic”, 2008)
O tema que abre o regresso (muito) antecipado após o infame e catastrófico “St. Anger”. Depois de tamanha “desgraça” − segundo a opinião generalizada (fãs e media) −, os Metallica voltam com os solos, os temas grandes e a tradição, com o típico instrumental incluído no alinhamento. Mas as loud wars arruinaram a sua sonoridade final deixando tudo e todos absolutamente boquiabertos com tamanha gafe produtiva. Mas, na sua essência, este é o grande tema de “Death Magnetic”.

 

9. St. Anger (“St. Anger”, 2003)
Muita raiva e ódio gerou este álbum. Principalmente, pelo som final da sua tarola, uma birra de Lars Ulrich. Para além da ausência de solos e uma produção geral bastante fraca e sem power, neste oitavo trabalho assistimos ao vomitar, à ressaca, dos piores anos (tirando a morte de Cliff Burton) de sempre dos californianos e que os levou a uma separação temporária e quase ao seu final. Mas esta música tem as características típicas dos Metallica (rapidez, melodia e um certo toque “bruto”), e o álbum foi uma espécie de mal necessário e a redenção da banda. Não acabaram aqui, também já não irá acontecer.

 

8. The Memory Remains (“Reload”, 1997)
Com a colaboração de Marianne Faithfull nos coros, esta música é uma das mais sui generis na discografia dos Metallica (tirando o cataclismo chamado “Lulu”, claro). Com um “refrão” (basicamente, “na, da, ra”) inesperado, o tema sobressai por isso mesmo. Tirando os traumáticos “yeah!”, a letra é quase (ou será mesmo) autobiográfica e encaixa na perfeição para esta “dark age” do quarteto (a ofuscação, a vaidade e o deslumbre pelo sucesso), e também é a despedida de Jason Newsted (baixista). Ainda com os fantasmas country e super-mainstream a pairar, os Metallica entrariam − a partir daqui − numa encruzilhada da qual conseguiriam sair, mas com muitos arranhões.

 

7. Motorbreath (“Kill ‘Em All”, 1983)
O nascimento das cavalgadas desenfreadas e do thrash metal, ainda que não definido a 100%. Portanto, será “Kill ‘Em All” – ou “Show No Mercy” (de Slayer) – o pai do thrash? Possivelmente os dois porque ambos complementam-se. Nesta altura, o metal mais extremo estava ainda a dar os primeiros passos e o metal tradicional muito refém das notas soltas, tão típicas do punk. Aqui começam os powerchords (sim, já os havia com Black Sabbath) cheios/definidos, aliados a uma raiva punk e a uma (nova) produção musculada, o pré-anúncio daquilo que estaria para acontecer: a revolução metálica!

 

6. Moth Into Flame (“Hardwired… To Self-Destruct”, 2016)
Quando já ninguém depositava grandes esperanças na banda − apesar de algum reacendimento da chama com “Death Magnetic” −, eis que nos surpreendem com este tema incrível e o mais forte desde 1991. Tudo o que tornou os Four Horsemen famosos está aqui: power, melodia, estruturas complexas e 0% de gordura. Se o respectivo álbum fosse todo deste calibre, os Metallica conseguiriam o inacreditável: criar um clássico intemporal após “The Black Album”. Será que tal vai acontecer da próxima vez? Aguardemos.

 

5. My Friend Of Misery (“Metallica”, 1991)
A única autoria atribuída a Jason Newsted – um momento único e arrepiante de baixo. A música é tão negra e fria quanto o assunto que aborda e é um dos momentos mais fortes de “Metallica” (ou, alternativamente, “The Black Album”), o disco que derrubou barreiras, para o bem e para o mal. A partir daqui, os ‘Tallica nunca mais foram os mesmos. Perderam − definitivamente − muitos die hard fans, mas ganharam milhões de novos e incautos acólitos com temas como “Enter Sandman” ou a balada “Nothing Else Matters”. Uma produção magistral de Bob Rock e um dos álbuns mais vendidos da História do rock e da música.

 

4. Mamma Said (“Load”, 1996)
Uma das músicas mais brilhantes dos Metallica. Esta seria a balada do álbum perfeito porque em tudo o que fazemos a nossa querida mãe está presente e esta country ballad é digna representante e debruça-se sobre esse valor maior. Com o tempo, James Hetfield foi abrindo o seu coração e, se já com “Until It Sleeps” tinha lamentado a decisão da sua mãe − por motivos religiosos − de não procurar ajuda para o cancro de que padecia (levando-a à morte), aqui Hetfield arrepia com a saudade e de não poder ter sido tudo diferente – são as palavras póstumas de um filho para a sua mãe.

 

3. Fight Fire With Fire (“Ride The Lightning”, 1984)
Uma das características dos Metallica sempre foi a de abrirem os seus álbuns com temas arrasadores. Assim foi com “Master Of Puppets” (“Battery”), “… And Justice For All” (“Blackened”) e, neste caso, com “Ride The Lightning”. Sem dúvida, um trio de openers absolutamente imbatíveis. Destaque para o frenético solo wah-wah de Kirk Hammet, outra das marcas d’água do quarteto da Bay Area. Esta música, sim, define o thrash metal para os anos vindouros com a sua alucinante cavalgada, corpo, solos, harmonias e aspereza. “Fight Fire With Fire” é a definição do thrash metal moderno, arrojado e com substância, mesmo estando afinado em Mi.

 

2. Orion (“Master Of Puppets”, 1986)
Como qualquer bom álbum de Metallica, um longo instrumental tem de fazer parte. Um bom hábito a que nos acostumámos desde o início [“Kill ‘Em All” também o tem − “Anesthesia (Pulling Teeth)” − mas só de baixo e bateria], mas que terminou em 1988. “Orion” é o instrumental perfeito e, dificilmente, alguma vez será destronado desse epíteto. A middle section é emblemática e, cada vez que a ouvimos, vemos o reflexo de Cliff Burton nele espelhado, muito graças ao facto de ser o final do marcante home video “Cliff ‘Em All”. No fundo, “Orion” tem uma característica muito portuguesa: Saudade.

 

1. Dyers Eve (“… And Justice For All”, 1988)
O tema que fecha o álbum de 1988 e, para uma grande fatia dos seus fãs, a última grande música da fase clássica e mais dura dos Metallica. “Dyers Eve” é a véspera do canto do cisne em relação à rapidez, dureza e tecnicismo do quarteto americano. É o fechar de um capítulo dividido em quatro fases, todas elas inovadoras e marcantes até aos dias de hoje. A partir daqui, a banda entraria num labirinto interminável, gerador de muitos amores mas também de muitos ódios, basicamente, o que faz os Metallica serem a maior banda de metal da história. Pelo menos, para muitos.

 

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Em boa verdade, os Metallica sempre tiveram boas composições e bons álbuns. Arriscaram, cometeram erros e pagaram por isso. Eis alguns erros, dos mais óbvios:
– Insistência em Bob Rock após “Metallica”
– Produção, artwork e quantidade de músicas de “Load” e “Reload”
– Produção de “St. Anger”
– Contribuição de Jason Newsted pouco valorizada
– Som final de “Death Magnetic”

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Calma que não é arroz – lançamentos de 12.10.2018

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O prato de hoje traz-nos sabores exóticos de Taiwan e da Islândia e outros que, pese embora sejam de paragens menos remotas como Suíça, Estados Unidos ou Irlanda do Norte, constituem bons acepipes para o fim-de-semana que se adivinha. É mais uma semana profícua em bons e variados sabores e texturas, para degustar com calma ou à bruta.

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Chthonic “Battlefields Of Asura”
Género: black/death/folk metal
Origem: Taiwan
Editora: Spinefarm Records

“Battlefields Of Asura” pode ser o disco que coloca definitivamente os Chthonic no mainstream metálico depois de duas décadas a pavimentar o caminho. A culpa é de uma mistura irresistível de death, black metal, folk asiático, melodia e temas místicos orientais. Bom demais para deixar passar.

 

 

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Gama Bomb “Speed Between The Lines”
Género: thrash metal
Origem: Irlanda do Norte
Editora: AFM Records

Os Gama Bomb são dos mais mediáticos representantes da última onda de thrash juvenil que varreu o metal há cerca de uma década. A banda norte-irlandesa regressa agora com o sexto álbum de originais e espalha charme Municipal Waste com perfume Overkill onde quer que toque. Nice.

 

 

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Promethee “Convalescence”
Género: metalcore
Origem: Suíça
Editora: Lifeforce Records

Em poucos anos (e apenas três discos), os suíços Promethee mostraram que ainda há ideias válidas e música energética para mostrar no metalcore e, agora, injectam uma nova dose de energia no seu híbrido de death metal melódico, hardcore e djent. E o resultado é, ao mesmo tempo, poderoso e sexy.

 

 

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Skálmöld “Sorgir”
Género: folk/viking metal
Origem: Islândia
Editora: Napalm Records

O viking metal fica logo com uma aura mais autêntica quando vem de um local como a Islândia. No caso dos heróis locais Skálmöld, a atmosfera junta-se a uma abordagem polivocal, a um invulgar sentido rítmico e a uma qualidade de escrita irrepreensível. Os fãs de Týr e Ensiferum sabem do que falamos. (Review completa aqui)

 

 

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Terrorizer “Caustic Attack”
Género: death metal/grindcore
Origem: E.U.A.
Editora: The End Records

Os Terrorizer ganharam um estatuto de culto com um único álbum em 1989, voltaram à actividade em 2006 e “Caustic Attack” é já o terceiro disco desde aí. E é uma valente lição/tareia de death metal seco, rápido, violento e de ADN grindcore. Como se eles precisassem de apresentar uma prova de vida….

 

 

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Verni “Barricade”
Género: thrash/doom/heavy metal
Origem: E.U.A.
Editora: Mighty Music

D.D. Verni, o punk que formou os Overkill há quase 40 anos em Nova Iorque, estreia-se nos discos em nome próprio com uma colecção de temas onde mostra as suas outras influências e em que conta com uma série de convidados de luxo: Jeff Loomis (Arch Enemy), Jeff Waters (Annihilator), Bruce Franklin (Trouble), Mike Romeo (Symphony X), Mike Orlando (Adrenaline Mob), etc..

 

 

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Outros lançamentos de hoje:
– Aeternus «Heathen» (Dark Essence) – dark/black metal
– Agrypnie «Grenzgænger Pavor Nocturnus» (Supreme Chaos) – pós-black metal
– Alchemy Chamber «Opus I: Subtle Movements From Within» (Auto-financiado) – metal neo-clássico
– Alms «Act One» (Shadow Kingdom) – heavy/doom metal
– Ataraxia «Synchronicity Embraced» (Sleaszy Rider) – neofolk/neo-clássico
– Atreyu «In Our Wake» (Spinefarm) – metalcore
– Bâ’a/Verfallen/Hyrgal «Split» (Bladlo) – black metal
– Benighted «Dogs Always Bite Harder Than Their Masters» (Season of Mist) – death metal/grindcore
– Beyond Creation «Algorythm» (Season of Mist) – death metal progressivo
– Black Mold «Atavism» (Hellprod) – black metal
– City Of Thieves «Beast Reality» (Frontiers) – hard rock
– Credic «Agora» (Green Zone) – death metal melódico
– Creye «Creye» (Frontiers) – hard rock
– Cursus Bellum «Ex Nihilo Nihil Fit» (Downfall) – death metal
– Darkness «First Class Violence» (Massacre) – thrash
– Deadbird «III: The Forest Within The Tree» (20 Buck Spin) – doom/sludge
– DungeönHammer «Infernal Moon» (Me Saco Un Ojo) – black metal/thrash
– Eosphoros «Eosphoros» (Iron Bonehead) – black metal
– Evanescence «Synthesis Live» DVD – rock gótico
– Flares «Allegorhythms» (Barhill) – rock instrumental
– Gathering Darkness «The Inexorable End» 7” EP (Auto-financiado) – death metal
– God’s Army «Demoncracy» (Rock Of Angels) – heavy metal
– Gösta Berlings Saga «Et Ex» (InsideOut) – rock instrumental
– Helsott «Slaves And Gods» (M-Theory) – folk/death metal
– House Of Atreus «From The Madness Of Ixion» (Iron Bonehead) – death metal
– House Of Broken Promises «Twisted» EP (Heavy Psych) – stoner metal
– Impellitteri «The Nature Of The Beast» (Frontiers) – heavy metal
– Ivan «Memory» (Solitude) – doom/death metal
– Kadavar «Live In Copenhagen» (Nuclear Blast) – stoner rock
– Khandra «There Is No Division Outside Existence» (Redefining Darkness/Possession) – black metal
– Loimann «A Voluntary Lack Of Wisdom» (Argonauta) – stoner metal
– London «Call That Girl» (Shrapnel) – hard/glam rock
– Me Against The World «Breaking Apart» (Fastball) – heavy metal
– Nazareth «Tattooed On My Brain» (Frontiers) – hard rock/heavy metal
– Nick Oliveri «N.O. Hits At All Vol. 5» (Heavy Psych) – stoner rock
– Northern Crown «Northern Crown» (Auto-financiado) – doom metal
– Nuclear Holocaust «Grinding Bombing Thrashing» (Selfmadegod) – death metal/grindcore
– One Last Legacy «II» (Black Sunset) – metalcore
– Oracle «Tales Of Pythia» (Auto-financiado) – groove metal/metalcore
– Outer Heaven «Realms Of Eternal Decay» (Relapse) – death/doom metal/hardcore
– Pa Vesh En «Church Of Bones» (Iron Bonehead) – black metal
– Piledriver «Rockwall» (Rockwall) – hard rock
– Polyphia «New Levels New Devils» (Rude/Equal Vision) – rock instrumental/progressivo
– Rodent Epoch «Rodentlord» (Saturnal) – black metal
– Saber Tiger «Obscure Diversity» (Sliptrick) – power metal
– Sargeist «Unbound» (W.T.C.)
– Set And Setting «Tabula Rasa» (PelAgic) – pós-rock instrumental
– Seventh Wonder «Tiara» (Frontiers) – metal progressivo
– Skraeckoedlan «Äppelträdet» (The Sign) – stoner metal/rock
– Solium Fatalis «Genetically Engineered To Enslave» (Auto-financiado) – death metal
– The Rumjacks «Saints Preserve Us!» (Four Four) – punk/folk rock
– Uncle Acid & The Deadbeats «Wasteland» (Rise Above) – doom rock/metal
– Valkyria «Tierra Hostil» (Fighter) – heavy/power metal
– Vanhelgd «Deimos Sanktuarium» (Dark Descent) – death metal
– Vermithrax «Imperium Draconus» (Divebomb) – power/thrash metal

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Heavy Metal Portugal: Fez-se História!

Joel Costa

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(O realizador João Mendes. Fotografia de Teresa Ribeiro.)

No passado dia 6 de Outubro fez-se história. A cidade de Santo Tirso foi palco da ante-estreia de “Heavy Metal Portugal – O Documentário”, que recebeu uma enchente de fãs e curiosos para testemunhar o primeiro documentário realizado no nosso país sobre este estilo musical. Para contar a história, o realizador João Mendes teve à sua disposição 135 convidados, que entre músicos, locutores de rádio, promotores, editores discográficos e jornalistas, mantiveram o público de olhos fixos no ecrã durante os 100 minutos de duração do documentário.

Foi Phil Mendrix – nome artístico de Filipe Mendes – quem tomou primeiramente a palavra. O guitarrista, que faleceu em Agosto deste ano, fundou os Chinchilas, uma banda de rock psicadélico que esteve activa durante a segunda metade da década de 1960 e que viria o seu fim em 1971. Depois de ter feito parte do alinhamento de nomes como Grupo 5 ou Heavy Band, este herói da guitarra integraria os Roxygénio na década de 1980, com as gerações mais novas a conhecer o trabalho que desempenhou ao lado de Manuel João Vieira, nos Ena Pá 2000, Irmãos Catita e Corações de Atum. A sua participação no documentário foi vista como algo de muito especial por ter sido uma das últimas entrevistas dadas pelo músico, e que ficará agora imortalizada pelo trabalho de João Mendes, que antes de ter iniciado a apresentação do documentário dedicou-o a Phil Mendrix e a outras figuras da cena musical portuguesa já falecidas. A narrativa que se seguiu foi dividida por épocas, com nomes como Paulo Barros (Tarântula), Sérgio Castro (Arte & Ofício, Trabalhadores do Comércio), Dico (escritor/jornalista), Filipe Marta (S.O.S. Heavy Metal Radio Show), Zica (NZZN), João Francês e Rui “Destruction” (Black Cross), Fernando Ribeiro (Moonspell), José Costa (Sacred Sin) e Rui Duarte (Ramp) a assumir um papel maior, sem esquecer de igual forma a participação de outras figuras emblemáticas e de vozes com menos expressão, que como o realizador explicaria no final, foi sua intenção destacar aqueles que nunca tiveram oportunidade de falar.

Entre os episódios relatados, destaca-se a ausência de organização no que aos eventos de música pesada dizia respeito, com alguns dos músicos que estavam no activo na década de 80 a mencionarem duas ocasiões distintas em que fogos deflagraram nos palcos devido ao uso de pirotecnia sem qualquer tipo de supervisão. Entre as curiosidades abordadas, destaque também para os Vasco da Gama, a primeira banda heavy metal a lançar um LP, e para a gravação de um álbum duplo ao vivo no Rock Rendez-Vous (Lisboa), algo inédito até então, que nunca chegou a ser editado e desconhece-se o paradeiro das gravações.

No final da exibição, e após uma ovação do público, o realizador respondeu às questões dos presentes e chamou ainda ao palco Sérgio Castro (Arte & Ofício, Trabalhadores do Comércio), Miguel Inglês (Equaleft), Sandra Oliveira (Blame Zeus), Victor Matos (W.E.B.), que individualmente teceram considerações finais. A festa era concluída umas horas depois no Kraken Rock Pirate Club com as actuações dos Equaleft e Blame Zeus.

Para saber mais, é só adquirir o DVD através do e-mail heavymetalportugalodoc@gmail.com (€15,00 com acréscimo dos portes de envio) e embarcar nesta viagem histórica e mágica!

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Blind Guardian lançam quarto episódio biográfico

Diogo Ferreira

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Mais abaixo podes assistir ao quarto episódio da série online que conta a história dos Blind Guardian na primeira pessoa.

Esta iniciativa surge no seguimento do anúncio da reedição dos primeiros álbuns da banda alemã, sendo que “Imaginations From The Other Side”, “Nightfall In Middle-Earth” e “A Night At The Opera” estarão nas lojas a partir do dia 30 de Novembro através da Nuclear Blast. Essa parte do catálogo dos Blind Guardian foi remisturada e remasterizada e estará disponível em CD duplo e vinil duplo.


Vê mais AQUI.

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