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[Opinião] Vagos está vivo! (por Diogo Ferreira)

Diogo Ferreira

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Ainda estou com as sapatilhas e metade das calças cheias de pó, as unhas com terra e, provavelmente, resquícios de hidrometal na barba. Um gajo chega a casa de um festival de heavy metal e não vai logo tomar banho: liga o computador, põe um disco a rodar, vai fumar um cigarro e faz caretas de sofrimento.

Como com Barroselas, isto não é uma reportagem. É uma descarga.

Vou a muitos concertos e, por incrível que pareça, vou à maioria sem acreditação. Pertencer à direcção da Ultraje e partilhar tarefas de editor não implica chupar credenciais. Por isso, nada melhor do que um festival para me sentir livre de ofícios.

Vagos pareceu ser uma vila vaticinada a deixar de ter o seu já carismático festival de heavy metal, mas quis o ciclo das coisas que isso não acontecesse. Contra muitas, senão todas, as expectativas e esperanças, o festival de Vagos renasceu com um cartaz ultra ecléctico que foi do punk ao black metal, passando pelo heavy metal e o thrash metal. Não foi preciso repetir bandas que garantem sucesso para ter um recinto muito bem composto. Foi preciso ânimo, boas escolhas e um espírito enorme, tanto por parte da organização como do público. Nem tudo foi perfeito – afinal recomeçou-se do zero –, mas o primeiro e o segundo Vagos Open Air também não o foram. Isto vai lá, não se apoquentem. E vai uma grande vénia para a organização que, em cima da hora, safou os instrumentos específicos aos Dark Funeral, porque, para quem não sabe, a companhia aérea fez questão de lhes perder tudo.

Vektor surpreendeu (pena a guitarra do vocalista mal se ouvir), Tribulation criou um ritual, Bizarra Locomotiva continuou excêntrica, Dark Funeral fez jus ao nome, Helloween foi uma ode ao heavy metal e Moonspell recuou no tempo para comemorar “Irreligious”. Em palco, sentiu-se, por vezes, actuações de vingança que talvez se quisessem ecoar em Corroios, mas, meus caros, caguem lá na “guerra Norte-Sul”.

O Miguel Inglês, dos Equaleft, perguntou-me o caminho para Fátima. Esse posso não saber (claro que sei), mas posso indicar o caminho para Vagos, Barroselas e Entremuralhas. Um festival ou um concerto é o epíteto da música; é onde as bandas se mostram, os amigos se encontram em maior número e a cerveja escorrega a rodos.

Que este tenha sido o renascimento de algo que não pode morrer, seja no Norte, Sul, Este ou Oeste – que por sorte fica a 10 minutos da minha casa. Agora é tempo de desmontar, descomprimir, fazer o balanço e, depois, reabrir o livro para que em 2017 se repita.

p.s.: para o ano ponham Super Bock!

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Nuno Bettencourt, Tom Morello e Scott Ian tocam tema de Game Of Thrones

Diogo Ferreira

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Consagrada como uma das séries mais populares de sempre, Game Of Thrones, que terminou na última madrugada, teve a capacidade de exultar nos seus fiéis seguidores todas as emoções desde o seu início com o genérico criado por Ramin Djawadi.

No clip abaixo, Djawadi é acompanhado por Dan Weiss (criador da série), Tom Morello (Rage Against The Machine), Scott Ian (Anthrax), Nuno Bettencourt (Extreme) e Brad Paisley numa jam session com as novas guitarras Fender em que tocam precisamente o tema principal de Game Of Thrones com muito free-style solista pelo meio.

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Sabaton History Channel, ep. 15: o Barão Vermelho

Diogo Ferreira

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No novo episódio do Sabaton History Channel, Joakim Brodén e Indy Neidell escolhem falar do tema “The Red Baron” que pertence ao próximo álbum “The Great War”, a ser lançado a 19 de Julho pela Nuclear Blast.

O Barão Vermelho é um do ícones heróicos da I Guerra Mundial que, simultaneamente, engloba a mecanização e a romantização da guerra moderna com as suas habilidades e heroísmo. Manfred von Richthofen é o nome verdadeiro do piloto que é, então, recordado em mais um episódio do Sabaton History Channel.

Mais episódios AQUI.

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Jinjer ao vivo no Resurrection 2018 (c/ vídeo)

Diogo Ferreira

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Foto: Veronika Gusieva

Abaixo podes assistir à prestação dos Jinjer no Resurrection de 2018. Recentemente disponibilizado pelo próprio festival, este vídeo servirá para aguçar a vontade que os fãs desta banda têm para os ver no Vagos Metal Fest deste ano. Nos quase 40 minutos de concerto, os Jinjer executaram temas como “Words Of Wisdom”, “I Speak Astronomy”, “Pisces” ou “Captain Clock”.

O EP “Micro”, lançado em Janeiro de 2019 pela Napalm Records, é o registo mais recente dos ucranianos que, como referido, actuarão no Vagos Metal Fest, evento que se realiza entre 8 e 11 de Agosto. Stratovarius, Six Feet Under, Satyricon, Candlemass, Death Angel, Watain e Alestorm são alguns dos nomes do cartaz.

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