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Out Of Sight Fest 2018 – Em cartaz (Parte 1)

Joel Costa

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Um novo festival nascerá em Faro! Será nos próximos dias 14 e 15 de Setembro que a cidade algarvia recebe o primeiro Out Of Sight Fest, apresentando um cartaz onde são os nomes do punk e do hardcore que saltam à vista mas que oferece também espaço ao death metal e até mesmo ao rock. A Ultraje destaca alguns dos nomes que vão marcar presença nesta primeira edição do festival.

RISK IT!

A fechar a primeira noite estarão os Risk It!, colectivo alemão formado em 2009 que trará até Faro uma dose de hardcore europeu. Com uma sonoridade indomesticada e directa, a banda tem vindo a agitar a cena hardcore internacional e a não deixar ninguém indiferente à sua passagem. Que em Portugal se repita o que tem vindo a acontecer no resto da Europa, onde os Risk It! dão concertos para casas cheias.

NO TURNING BACK

Formados em 1997 e com a missão de encerrar a noite do segundo dia do festival, os holandeses No Turning Back têm vindo a assoberbar a cena hardcore com o seu som altamente inflamável e carregado de testosterona. Com temas que se podem equiparar a curtos acessos de raiva e riffs tradicionais que agradam tanto aos puristas como à nova geração do hardcore, os No Turning Back têm todos os condimentos necessários para que a primeira edição do Out Of Sight seja memorável!

ANALEPSY

Se houver – entre aqueles que vão marcar presença no Out Of Sight – quem ainda não acredite que os Analepsy têm no seu álbum de estreia “Atrocities from Beyond” a melhor colecção de temas que Portugal exportou para o mundo nos últimos anos, então que 15 de Setembro seja uma noite que os prove errados. O brutal death metal dos portugueses é manuseado com extremo cuidado, ou não fosse a ameaça de explodir qual bomba atómica à mínima distração. Numa mistura de slams viscerais com riffs saborosos e limpos, os Analepsy darão seguimento à sua contenda rumo ao domínio mundial, mostrando que por muito que se possa pensar que um estilo musical atingiu o seu limite em termos de criatividade, há sempre espaço para o reinventar. Só que não é para todos…

HOLOCAUSTO CANIBAL

Com uma história que remonta à segunda metade da década de 90, os veteranos Holocausto Canibal far-se-ão acompanhar de imagens gráficas que ganham uma espécie de contorno poético doentio e que dão vida a uma sonoridade cortante, furiosa e no limite do caótico. Sem a necessidade de provarem seja o que for, estamos certos de que os Holocausto Canibal não vão facilitar e mostrarão o porquê de serem vistos como a instituição de grind/death em Portugal.

A Ultraje falará de outras bandas que marcam presença no festival brevemente! Até lá, não se esqueçam de confirmar a vossa presença na página do evento do Facebook.

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[Reportagem] Sick Of It All + Good Riddance + Blowfuse (21.04.2019, Lisboa)

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Sick Ot It All (Foto: Solange Bonifácio)

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Sick Of It All + Good Riddance + Blowfuse
21.04.2019 – Lisboa

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O nome Sick Of It All destaca-se por si mesmo, sendo uma das maiores referências no hardcore de Nova Iorque. A banda formada, em 1986, pelos irmãos Lou e Pete Koller, Rich Cipriano e Armand Majidi ajudou a consolidar este estilo musical e a comunidade existente até aos dias de hoje. Deste modo, esperava-se mais uma noite lendária no RCA Club, em Lisboa – uma sala completamente esgotada.

Os Blowfuse são actualmente uma das bandas de punk-rock/hardcore espanholas mais conhecidas e activas e os escolhidos a abrirem as hostilidades desta noite de concertos. Com recentes passagens por Portugal, a banda tentou cativar um público – ainda um pouco tímido – com a sua atitude energética.

Mal os Good Riddance subiram ao palco, o público perdeu rapidamente a inibição e começou de imediato o circle pit. A banda mostrou-se bastante contente devido ao facto de finalmente voltarem a tocar em Portugal após tantos anos de ausência. São muito conhecidos por temas líricos que vão desde análises de críticas à sociedade americana a lutas pessoais, tendo sempre como base um punk-rock rápido e melodias cativantes. Nada disso faltou no concerto que deram, tocando uma setlist bastante diversificada. O baixista Chuck Platt, sempre com discursos divertidos, chegou inclusive a pedir para vestir uma t-shirt com o símbolo anarquista de um dos fãs com a promessa de a devolver no final do concerto. Houve ainda oportunidade para se cantar os parabéns ao baterista Sean Sellers.

Os Sick Of It All estão na sua terceira década de carreira entre tours e gravações, tendo lançado até à data mais de duas mãos cheias de discos sólidos mais outros tantos EPs, isto com quase nenhuma mudança na sua formação. Com o lançamento de “Scratch the Surface”, em 1994, levaram o hardcore nova-iorquino até ao resto do mundo e, desde então, raramente pararam para respirar. A banda é das poucas lendas dentro do hardcore ainda no activo com formação inicial e de modo consistente. Entre sing-alongs, stage divings e um wall of death, os Sick Of It All tocaram com uma frescura tremenda, evocando tempos antigos, e consolidando novamente o facto de serem umas verdadeiras lendas vivas, reverenciadas por diversos motivos. Mais do que isso, são um exemplo de ideais e raízes, das quais futuras gerações podem ter como base e referência. BLOOD, SWEAT AND NO TEARS – o hardcore mantém-se bem vivo.

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Texto e fotos: Solange Bonifácio

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Possessed: terceiro episódio de “The Creation of Death Metal”

Diogo Ferreira

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O novo álbum dos padrinhos do death metal Possessed intitula-se “Revelations Of Oblivion” e será lançado a 10 de Maio pela Nuclear Blast. Os singles “No More Room in Hell” e “Shadowcult” já estão em rotação.

A banda liderada por Jeff Becerra passará por Portugal para duas datas:

Entretanto, já podes ver o terceiro episódio de “The Creation of Death Metal” em que a banda fala sobre as diferenças regionais da sonoridade death metal nos EUA.

 

 

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Sabaton History Channel, ep. 11: sabotagem da bomba atómica nazi

Diogo Ferreira

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No novo episódio do Sabaton History Channel, Pär Sundström e Indy Neidell escolhem falar do tema “Saboteurs”, do álbum “Coat Of Arms” (2010), que versa sobre as operações de sabotagem que preveniram a Alemanha nazi de chegar primeiro à concepção da bomba atómica.

Um dos produtos especiais para a criação da arma de destruição massiva é água pesada e a Noruega ocupada pelos nazis continha em si uma fábrica que produzia tal ingrediente. Os Aliados, desesperados por atrasarem o progresso do inimigo, decidiram sabotar o processo. Dessa decisão saiu o plano para uma operação arriscada conduzida por britânicos e noruegueses.

Mais episódios AQUI.

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