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[Reportagem] Stick To Your Guns + Nasty + Get The Shot (08.04.2019, Lisboa)

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Foto: Solange Bonifácio

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Stick To Your Guns + Nasty + Get The Shot
08.04.2019, Lisboa

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Por volta das seis da tarde já começava a aparecer parte do público na rua do RCA Club para uma noite de concertos em que foi possível encontrar diferentes bandas dentro do seu estilo de hardcore numa tour composta por Get The Shot, Nasty e Stick To Your Guns.

Provenientes do Québec, os Get The Shot são uma banda com espírito e atitude DIY. A banda tocou de forma despretensiosa e repleta de fúria, evocando o desespero de uma juventude fria e descontente. O vocalista – incansável – fez diversos stagedivings e, como já habitual nos seus concertos, fez um crowdwalking sem largar o microfone, enquanto a multidão o sustentava, com ida até ao balcão do bar, fazendo ainda parte do próprio moshpit. Os Get The Shot abriram as hostilidades da noite de forma absolutamente explosiva.

Os belgas Nasty já não são novidade nos palcos portugueses; aliás, têm uma base de seguidores bastante fiel dentro do beatdown. Mais uma vez foi possível encontrar de tudo um pouco, desde o público a tentar agarrar no microfone do vocalista Matthias Odysseus à breve participação numa música com o vocalista de Steal Your Crown, que se encontrava a assistir ao concerto em palco. Mais um concerto arrebatador e repleto de energia numa noite apocalíptica.

Os headliners desta noite, os Stick To Your Guns, são provavelmente um dos líderes actuais dentro do seu género. A banda parece ter um futuro muito promissor por já ter uma base tão forte e abrangente de fãs e por ter vindo a evoluir. Com um som melódico – sempre dentro do hardcore – e uma influência abrasiva, a energia foi alta em palco – então, tiveram continuamente o público agarrado durante todo o concerto entre arestas musicais, ritmos frenéticos, sing-alongs e stagedivings contínuos, sem parar. O vocalista presenciou-nos com diversos discursos curtos e evidenciou o facto de que a última vez que tocaram em Portugal tenha sido para um público de pouco mais de 50 pessoas – contrastes – tendo em conta que o RCA estava absolutamente esgotado. O concerto terminou com parte do público em palco, numa noite que será certamente memorável para os presentes. No fucks given, the hardcore punch goes right in your face.

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Texto e fotos: Solange Bonifácio

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[Reportagem] Sick Of It All + Good Riddance + Blowfuse (21.04.2019, Lisboa)

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Sick Ot It All (Foto: Solange Bonifácio)

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Sick Of It All + Good Riddance + Blowfuse
21.04.2019 – Lisboa

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O nome Sick Of It All destaca-se por si mesmo, sendo uma das maiores referências no hardcore de Nova Iorque. A banda formada, em 1986, pelos irmãos Lou e Pete Koller, Rich Cipriano e Armand Majidi ajudou a consolidar este estilo musical e a comunidade existente até aos dias de hoje. Deste modo, esperava-se mais uma noite lendária no RCA Club, em Lisboa – uma sala completamente esgotada.

Os Blowfuse são actualmente uma das bandas de punk-rock/hardcore espanholas mais conhecidas e activas e os escolhidos a abrirem as hostilidades desta noite de concertos. Com recentes passagens por Portugal, a banda tentou cativar um público – ainda um pouco tímido – com a sua atitude energética.

Mal os Good Riddance subiram ao palco, o público perdeu rapidamente a inibição e começou de imediato o circle pit. A banda mostrou-se bastante contente devido ao facto de finalmente voltarem a tocar em Portugal após tantos anos de ausência. São muito conhecidos por temas líricos que vão desde análises de críticas à sociedade americana a lutas pessoais, tendo sempre como base um punk-rock rápido e melodias cativantes. Nada disso faltou no concerto que deram, tocando uma setlist bastante diversificada. O baixista Chuck Platt, sempre com discursos divertidos, chegou inclusive a pedir para vestir uma t-shirt com o símbolo anarquista de um dos fãs com a promessa de a devolver no final do concerto. Houve ainda oportunidade para se cantar os parabéns ao baterista Sean Sellers.

Os Sick Of It All estão na sua terceira década de carreira entre tours e gravações, tendo lançado até à data mais de duas mãos cheias de discos sólidos mais outros tantos EPs, isto com quase nenhuma mudança na sua formação. Com o lançamento de “Scratch the Surface”, em 1994, levaram o hardcore nova-iorquino até ao resto do mundo e, desde então, raramente pararam para respirar. A banda é das poucas lendas dentro do hardcore ainda no activo com formação inicial e de modo consistente. Entre sing-alongs, stage divings e um wall of death, os Sick Of It All tocaram com uma frescura tremenda, evocando tempos antigos, e consolidando novamente o facto de serem umas verdadeiras lendas vivas, reverenciadas por diversos motivos. Mais do que isso, são um exemplo de ideais e raízes, das quais futuras gerações podem ter como base e referência. BLOOD, SWEAT AND NO TEARS – o hardcore mantém-se bem vivo.

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Texto e fotos: Solange Bonifácio

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Possessed: terceiro episódio de “The Creation of Death Metal”

Diogo Ferreira

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O novo álbum dos padrinhos do death metal Possessed intitula-se “Revelations Of Oblivion” e será lançado a 10 de Maio pela Nuclear Blast. Os singles “No More Room in Hell” e “Shadowcult” já estão em rotação.

A banda liderada por Jeff Becerra passará por Portugal para duas datas:

Entretanto, já podes ver o terceiro episódio de “The Creation of Death Metal” em que a banda fala sobre as diferenças regionais da sonoridade death metal nos EUA.

 

 

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Sabaton History Channel, ep. 11: sabotagem da bomba atómica nazi

Diogo Ferreira

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No novo episódio do Sabaton History Channel, Pär Sundström e Indy Neidell escolhem falar do tema “Saboteurs”, do álbum “Coat Of Arms” (2010), que versa sobre as operações de sabotagem que preveniram a Alemanha nazi de chegar primeiro à concepção da bomba atómica.

Um dos produtos especiais para a criação da arma de destruição massiva é água pesada e a Noruega ocupada pelos nazis continha em si uma fábrica que produzia tal ingrediente. Os Aliados, desesperados por atrasarem o progresso do inimigo, decidiram sabotar o processo. Dessa decisão saiu o plano para uma operação arriscada conduzida por britânicos e noruegueses.

Mais episódios AQUI.

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