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Spoiler Alert: Chappie (2015)

Diogo Ferreira

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Título: Chappie
Ano: 2015
Realizador: Neill Blomkamp
Estrelas: Sharlto Copley, Ninja, Yolandi, Dev Patel, Hugh Jackman, Sigourney Weaver
Género: Acção, Ficção-Científica
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N. Blomkamp decide voltar às ruas de Joanesburgo e fazer o retrato da sociedade através de mais uma alegoria intitulada “Chappie”.

uploadO ano de 2009 ficou cinematograficamente marcado pela invasão de Hollywood através do movimento sul-africano com o filme “District 9”, realizado por Neill Blomkamp – que ainda nem 40 anos tem! Depois de enveredar por um caminho, digamos, mais comercial com “Elysium”, com Matt Damon como actor principal, N. Blomkamp decide voltar às ruas de Joanesburgo e fazer o retrato da sociedade através de mais uma alegoria intitulada “Chappie”.

Duas coisas levaram-me a ver este filme: 1) o realizador é Neill Blomkamp; 2) Ninja e Yolandi, dos Die Antwoord, surgem como actores (quase) principais. É verdade, posso usar t-shirts de Emperor e ter vinis de Mayhem, mas os rappers Die Antwoord são dos grupos subversivos que mais admiro – tanto pelas personagens incarnadas por Ninja e Yolandi como pela musicalidade electro-africana que incorporam no seu rap à zef style.

Se “District 9” usou extraterrestres em vez de favelados, “Chappie” usa robôs em vez de seres humanos socialmente deslocados. Se “District 9” nos serve um vírus que nos transforma – podemos olhar para isso como se fosse SIDA –, “Chappie” oferece-nos a ficção-científica de que a consciência pode ser palpável e transferível.

“District 9” apresentou-nos actores desconhecidos e convenhamos que Sharlto Copley (que aqui aparece para dar voz ao robô principal) fez um papel estonteante, mas “Chappie”, por seu turno, é composto por caras mais conhecidas. Terá sido uma necessidade projectada pelos produtores? Talvez. Os Die Antwoord – já mundialmente conhecidos – foram os escolhidos para representar os criminosos de Joanesburgo, mas mesmo assim talvez se arriscasse demais se o restante elenco fosse mais uma vez interpretado por actores sul-africanos estranhados aos grandes planos. Há pérolas que acabam por ficar escondidas do grande público por causa do dinheiro que podem não gerar. Srdjan Todorovic ou Nikola Kojo são dessas pérolas.

Ora, então temos:

– Sigourney Weaver que nos últimos anos não tem feito mais do que papéis secundários e podia ter sido uma outra qualquer actriz a desempenhar esta posição – que dê graças ao orçamento do filme;

– Hugh Jackman a fazer de mau da fita e que pertence ao lado dos opressores que trabalham com o governo (também em “Disctrict 9” surge uma personagem idêntica). Um papel que não encaixa muito bem num actor que já interpretou histórias fantásticas como “The Prestige” e é, na realidade, um australiano que, nesta película, nem percebemos muito bem se é um britânico pelo sotaque ou um afrikaans pelo corte de cabelo saloio;

– Dev Patel que, devido à sua origem indiana, está para o papel de informático e anti-social como um africano negro ou ucraniano está para um papel de construtor civil – estereótipos que não prezo. O que é certo é que Dev Patel subiu aos céus com “Slumdog Millionaire” e aterrou sem amparo com “The Last Airbender”; talvez “Chappie” o tenha salvado de qualquer coisa menos boa e continuemos a lembrar-nos dele por mais tempo.

Em última análise, Neill Blomkamp volta a conseguir que nós, espectadores, nutramos sentimentos por seres que não são de carne e osso ou que, pelo menos, não são da nossa carne e muito menos do nosso osso. Um último ponto também para a excelente concretização dos efeitos especiais quanto ao movimento dos robôs – há por aí muito filme badalado que não tem metade da destreza de Chappie e companhia.

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Nuno Bettencourt, Tom Morello e Scott Ian tocam tema de Game Of Thrones

Diogo Ferreira

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Consagrada como uma das séries mais populares de sempre, Game Of Thrones, que terminou na última madrugada, teve a capacidade de exultar nos seus fiéis seguidores todas as emoções desde o seu início com o genérico criado por Ramin Djawadi.

No clip abaixo, Djawadi é acompanhado por Dan Weiss (criador da série), Tom Morello (Rage Against The Machine), Scott Ian (Anthrax), Nuno Bettencourt (Extreme) e Brad Paisley numa jam session com as novas guitarras Fender em que tocam precisamente o tema principal de Game Of Thrones com muito free-style solista pelo meio.

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Sabaton History Channel, ep. 15: o Barão Vermelho

Diogo Ferreira

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No novo episódio do Sabaton History Channel, Joakim Brodén e Indy Neidell escolhem falar do tema “The Red Baron” que pertence ao próximo álbum “The Great War”, a ser lançado a 19 de Julho pela Nuclear Blast.

O Barão Vermelho é um do ícones heróicos da I Guerra Mundial que, simultaneamente, engloba a mecanização e a romantização da guerra moderna com as suas habilidades e heroísmo. Manfred von Richthofen é o nome verdadeiro do piloto que é, então, recordado em mais um episódio do Sabaton History Channel.

Mais episódios AQUI.

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Jinjer ao vivo no Resurrection 2018 (c/ vídeo)

Diogo Ferreira

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Foto: Veronika Gusieva

Abaixo podes assistir à prestação dos Jinjer no Resurrection de 2018. Recentemente disponibilizado pelo próprio festival, este vídeo servirá para aguçar a vontade que os fãs desta banda têm para os ver no Vagos Metal Fest deste ano. Nos quase 40 minutos de concerto, os Jinjer executaram temas como “Words Of Wisdom”, “I Speak Astronomy”, “Pisces” ou “Captain Clock”.

O EP “Micro”, lançado em Janeiro de 2019 pela Napalm Records, é o registo mais recente dos ucranianos que, como referido, actuarão no Vagos Metal Fest, evento que se realiza entre 8 e 11 de Agosto. Stratovarius, Six Feet Under, Satyricon, Candlemass, Death Angel, Watain e Alestorm são alguns dos nomes do cartaz.

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