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Ultraje #17 já disponível!

Joel Costa

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O número 17 da Ultraje, correspondente aos meses de Agosto e Setembro de 2018, está disponível gratuitamente nos formatos físico e digital!

EDIÇÃO EM PAPEL

Recebe o número 17 e as próximas cinco edições da Ultraje na tua morada através da subscrição do Six-Pack: https://shop.ultraje.pt/ultraje-six-pack

O Six-Pack tem um custo de € 10,00 que corresponde ao valor dos portes de envio de seis edições da Ultraje.

Em alternativa podes levantar este número da Ultraje gratuitamente nos seguintes pontos:

LISBOA | Glamorama Rockshop | Clockwork Store | Unkind | Carbono Amadora | Hail Rock Club
PORTO | Bunker Store | Piranha | Red Ram Tattoo Co (Felgueiras)
AVEIRO | Vagos Metal Fest | Lovecraft Beershop | Ultraje (Ovar)
VILA REAL | Blind & Lost Studios
OUTROS | Rastilho Records | Mosher Clothing

EDIÇÃO DIGITAL

Ler/Download [27 MB]: http://ultraje.pt/digital/ultraje17.pdf
Ler no Issuu: https://issuu.com/ultrajept/docs/ultraje17_issuu

Nas próximas páginas encontrarás algumas das novidades musicais que marcam este Verão, como o novo álbum dos Sinsaenum. Este supergrupo, que tem nas suas fileiras músicos como Joey Jordison (Slipknot) e Frédéric Leclercq (DragonForce), tem em “Repulsion for Humanity” uma nova fornada de um death metal que combina o melhor do estilo old-school com o que de mais notável se tem feito em tempos recentes.

Na estrada a promover “Firepower”, os britânicos Judas Priest estiveram em Portugal juntamente com o lendário Ozzy Osbourne, mas foi em Madrid (Espanha) que nos sentámos com o baixista e fundador Ian Hill para dissecar o disco editado em Março e que deixa a banda comandada por Rob Halford mais perto da marca dos 20 lançamentos.

Numa edição em que ‘estatuto’ é a palavra de ordem, a instituição de black metal que é Immortal está de volta aos discos com “Northern Chaos Gods”, o primeiro desde 2009 e o primeiro também sem Abbath na voz. Demonaz resume os problemas que marcaram a banda nos últimos anos e fala-nos do processo desta nova proposta do agora duo norueguês.

Isto e muito mais para descobrir na edição de Agosto/Setembro da Ultraje. Estaremos de volta em Outubro com mais novidades!

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Vagos Metal Fest: Resumo da conferência de imprensa

Diogo Ferreira

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A poucas horas de ter início mais uma edição do Vagos Metal Fest, foi realizada uma conferência de imprensa onde Luís Salgado, responsável pela organização, partilhou algumas informações dignas de nota junto dos presentes. Agora com mais opções de lazer e com a existência de dois palcos, o promotor fala em mais volume de trabalho, apontando como aspecto positivo o facto de não haver paragens nas actuações. Foi também comentada a consciência ecológica não só por parte da organização mas também dos festivaleiros, que têm no VMF um festival transgeracional que acolhe pessoas de todas as faixas etárias.

Luís Salgado, que conta ter em 2018 o ano com mais sucesso do festival, avançou que o dia 10 – que recebe nomes como Cradle Of Filth, Moonspell e Ratos de Porão – está próximo de esgotar, com o dia seguinte – onde sobem ao palco bandas como Kamelot ou Enslaved – a estar igualmente próximo disso.

O Vagos Metal Fest decorre entre os dias 9 e 12 de Agosto. Hoje sobem ao palco nomes como Orphaned Land, Dust Bolt e Analepsy.

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Milhões de Festa: Os 3 nomes que não vais querer perder!

Joel Costa

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Depois de dez edições, o Milhões de Festa afasta-se do período tradicional dos festivais de Verão portugueses e escolhe o mês de Setembro para reinventar-se. A Ultraje destaca três nomes do cartaz da edição de 2018 que não vais querer perder:

1. ELECTRIC WIZARD

Estabelecidos em 1993, os doomsters britânicos Electric Wizard têm em “Wizard Bloody Wizard” o seu mais recente trabalho de estúdio. Apontados pelos fãs como os sucessores óbvios dos Black Sabbath, os Electric Wizard passaram por diferentes encarnações ao longo da sua carreira, com esta nova proposta a marcar uma nova era do colectivo.

2. CIRCLE

A veia experimental dos finlandeses Circle exigiu que se tornassem senhores de uma enorme discografia. Explorando sonoridades que vão do jazz ao metal, passando pelos ambientes mais psicadélicos, os Circle mostram desde logo que são capazes de derrubar qualquer barreira que encontrem pelo seu caminho. São mais de 50 os discos editados, justificando o selo de banda de culto que trazem consigo.

3. SCÚRU FITCHÁDU

(Fotografia: António Marinho)

«Scúru Fitchádu representa outra África, eu sou outra África.» Foi assim que o produtor Sette Sujidade descreveu o seu projecto à Ultraje, aquando da passagem da banda pela cidade de Aveiro. Os Scúru Fitchádu levam até ao Milhões a sua mistura de funaná cabo-verdiano, punk, metal e noise.

Os passes gerais do festival (que decorre em Barcelos entre os dias 6 e 9 de Setembro) têm um preço de €60 euros, enquanto que os bilhetes diários saem a €20. O primeiro dia será de acesso livre. Mais informações em www.milhoesdefesta.com

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Metallica: “Kill ‘Em All” foi lançado há 35 anos

Diogo Ferreira

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Quando nascemos depois do tempo inicial de certas coisas é normal que se descubram os seus primórdios muitos anos depois da partida original. Como muitos que nasceram nos derradeiros anos da década de 1980, descobri músicas e bandas durante os 90s que já tinham sido confeccionadas há 15, 20 ou 30 anos. Ainda miúdo tive que ouvir “Como o Macaco Gosta de Banana” ou “Na Cabana Junto à Praia” – duas canções de José Cid incontornáveis no cancioneiro nacional – para mais tarde descobrir que havia uma banda chamada Quarteto 1111 ou um disco intitulado “10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte”. Primeiro tive de ver, vezes sem conta, o Phil Collins a não saber dançar no single “I Can’t Dance”, dos Genesis, para, quase em adulto, ter conhecimento de um Peter Gabriel e de vinis espantosos como “Foxtrot” ou “Selling England By The Pound”. Mas nem tudo foi mau, porque o Top+, da RTP, ainda passava umas coisas engraçadas de rock e grunge – fazia-me confusão, ainda infante, como é que às duas da tarde se emitiam coisas obscuras como o clip da “Greedy Fly”, dos Bush. Vim a descobrir que afinal gostava daquilo, o pouco tempo de vida neste mundo é que ainda não me deixava usufruir de tais caminhos.

Durante anos a fio ouvi a “Nothing Else Matters” na TV e na rádio sem saber o que era metal e sem saber que havia uma expressão musical muito mais violenta do que aquela que conhecia em casa. Afinal tinha 4 anos quando saiu o “Black Album”. Quando o pessoal começou a gravar CDs e a vendê-los por 500 paus ou, mais tarde, a 5€, as coisas chegavam mais facilmente às mãos dos miúdos – foi um upgrade às mixtapes. Os CDs originais custavam 3 contos, caraças! Pode parecer igual a 15€, mas quem viveu antes do Euro sabe que 3 contos era muito dinheiro e não é, de todo, comparável a uns meros 15€ de hoje em dia. Foi então essa pirataria que me deu Iron Maiden, The Offspring, Bush, Slipknot, System Of A Down e, claro, Metallica. Mesmo assim, ainda teria que passar pelo “Load” – o que para um rapazola entre os seus 10-12 anos nem era nada mau. A “Ain’t My Bitch” era pesadona, a “The House Jack Built” era enigmática e a “Mama Said”, bem… era a ‘mama sáide’.

A evolução das tecnologias e a implementação da Internet em larga escala na casa de cada um foi um abre-latas. Finalmente tinha descoberto o “Kill ‘Em All” e o “Ride The Lightning”! E sozinho. Com esses dois álbuns era abalroado por guitarradas, que nunca tinha ouvido, cheias de electricidade e rapidez que tentava recriar numa guitarra acústica com metade das cordas, como se estivesse a dar um concerto – mas era só o meu quarto, que nem espelho grande tinha para me ver. E os solos eram uma anormalidade que excitava qualquer um. Durante horas indefinidas, o baixo de Cliff Burton hipnotizou-me com “Anesthesia (Pulling Teeth)”, e foi aí que percebi que heavy metal também podia ser melódico e bonito – Iron Maiden provou-me igual nos mesmos meses de ávida descoberta. “The Four Horsemen” deixou-me baralhado porque tinha acabado de arranjar um concerto de Megadeth em São Francisco, algures em 83 ou 84, que tinha por lá uma “Mechanix” igualzinha. E a “Seek And Destroy” embebedava-me de violência lírica ao imaginar gangues de coletes cheios de remendos a partir carros e montras em nome de uma música que escarrava gosmas anti-sociais e de morte.

“Kill ‘Em All”, que tinha o título original de “Metal Up Your Ass”, foi gravado durante Maio de 1983 e lançado a 25 de Julho do mesmo ano. Faz 35 anos. Já é um álbum adulto, mas para sempre representará a infância de Metallica e a existência de resquícios criativos de Dave Mustaine. É, enfim, o primeiro LP de uma banda que em poucos anos se transformaria na mais bem-sucedida saída de um movimento e género musical que queria tudo menos pertencer ao mainstream. Mas isso é outra história que dará pano para mangas e discussões intermináveis…. Acho que ficamos por aqui: pela comemoração dos 35 anos de “Kill ‘Em All”.

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