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[Exclusivo] Studio-report com Alfahanne

Diogo Ferreira

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«O álbum foi feito à maneira Alfa.»

O vírus Alfahanne ainda não se espalhou por Portugal e mesmo a Europa continua mais ou menos a salvo – o que é pena. Quem já se rendeu foi a Suécia, país natal do quarteto, onde a banda já enche salas médias e é assídua presença em festivais. Desde cedo apadrinhados por Niklas Kvarforth (Shining), surpreenderam com o álbum “Alfapokalyps” em 2014 e confirmaram-se uma aposta ganha da Dark Essence Records com o disco “Blod Eld Alfa”, de 2015, que no #0 da Ultraje Magazine (Setembro’15) figurou como álbum do mês.

Pois bem, entre concertos e lançamentos, os Alfahanne nunca estão parados – e isso vê-se pelo facto de em dois anos terem lançado dois álbuns. O sucessor de “Blod Eld Alfa” começou a ser gravado no início de Maio e fomos ao encontro da banda para que nos contasse como está a decorrer o processo. Quem nos respondeu foi o baterista Niklas Åström que, simpático como sempre, é parco em palavras – e nesta altura do seu campeonato até se percebe, afinal o novo álbum ainda é um segredo contido no seio dos quatro músicos. «Estamos quase a terminar esta nova obra de arte e estamos contentes por dizer que é o melhor que aconteceu desde o segundo álbum “Blod Eld Alfa”», conta Niklas.

As músicas até podem ser – que são – compostas em ensaios, mas o estúdio também é um lugar onde se pode melhorar o que foi feito em esqueleto nas semanas antecedentes. «De facto, o álbum – como os dois anteriores – foi gravado de rajada, [mas] obviamente temos ideias na cabeça.» No entanto, como em tudo o que a banda faz, há uma maneira especial de executar a sua arte: «o álbum foi feito à maneira Alfa.» Modo Alfa é também aquele com que rapidamente dão títulos, ainda que nada seja revelado: «Somos relativamente rápidos a baptizar os nossos álbuns com o título correcto. Congrega-se em si próprio de forma natural, e quando ouvires o seu nome ainda vai ser mais óbvio.»

«Estamos contentes por dizer que é o melhor que aconteceu desde o segundo álbum “Blod Eld Alfa”.»

Todos gostamos de surpresas e seria contraproducente para a banda se Niklas começasse a desvendar tudo o que aí vem, mas garante que «há material bestial no próximo álbum». E remata: «Temos um ditado na Suécia que diz… Aquele que espera por algo bom, nunca espera demasiado.» O que é certo é que, segundo o próprio, vamos ter que esperar até 2017, pois não há planos para lançar o terceiro disco ainda este ano – quebrando assim a corrente de um ano, um álbum. Que seja pelo melhor.

Nem mesmo sobre os possíveis convidados Åström se descose. E dizemos isto, porque todos os trabalhos de Alfahanne têm nomes de peso nas suas fileiras – relembremos o próprio Kvarforth (Shining), Spellgoth (Horna) ou Hoest (Taake). Questionado sobre isso e recordado que todos os discos têm os tais invitados de honra, Niklas responde com uma desconfiança humorada: «Hmm, ai é? Bem, foi assim nos outros dois álbuns, mas vamos deixar isso em segredo até 2017.»

Munidos de suspense até ao fim, resta-nos esperar que as guitarras continuem frenéticas e a sonoridade total dos Alfahanne prossiga a sua fórmula de sucesso em que as bases do black metal são entrelaçadas com paisagens sonoras reminiscentes de darkwave e post-punk.

 

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Nuno Bettencourt, Tom Morello e Scott Ian tocam tema de Game Of Thrones

Diogo Ferreira

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Consagrada como uma das séries mais populares de sempre, Game Of Thrones, que terminou na última madrugada, teve a capacidade de exultar nos seus fiéis seguidores todas as emoções desde o seu início com o genérico criado por Ramin Djawadi.

No clip abaixo, Djawadi é acompanhado por Dan Weiss (criador da série), Tom Morello (Rage Against The Machine), Scott Ian (Anthrax), Nuno Bettencourt (Extreme) e Brad Paisley numa jam session com as novas guitarras Fender em que tocam precisamente o tema principal de Game Of Thrones com muito free-style solista pelo meio.

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Sabaton History Channel, ep. 15: o Barão Vermelho

Diogo Ferreira

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No novo episódio do Sabaton History Channel, Joakim Brodén e Indy Neidell escolhem falar do tema “The Red Baron” que pertence ao próximo álbum “The Great War”, a ser lançado a 19 de Julho pela Nuclear Blast.

O Barão Vermelho é um do ícones heróicos da I Guerra Mundial que, simultaneamente, engloba a mecanização e a romantização da guerra moderna com as suas habilidades e heroísmo. Manfred von Richthofen é o nome verdadeiro do piloto que é, então, recordado em mais um episódio do Sabaton History Channel.

Mais episódios AQUI.

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Jinjer ao vivo no Resurrection 2018 (c/ vídeo)

Diogo Ferreira

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Foto: Veronika Gusieva

Abaixo podes assistir à prestação dos Jinjer no Resurrection de 2018. Recentemente disponibilizado pelo próprio festival, este vídeo servirá para aguçar a vontade que os fãs desta banda têm para os ver no Vagos Metal Fest deste ano. Nos quase 40 minutos de concerto, os Jinjer executaram temas como “Words Of Wisdom”, “I Speak Astronomy”, “Pisces” ou “Captain Clock”.

O EP “Micro”, lançado em Janeiro de 2019 pela Napalm Records, é o registo mais recente dos ucranianos que, como referido, actuarão no Vagos Metal Fest, evento que se realiza entre 8 e 11 de Agosto. Stratovarius, Six Feet Under, Satyricon, Candlemass, Death Angel, Watain e Alestorm são alguns dos nomes do cartaz.

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