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Banda do Dia

Banda do Dia: Adamantine (Portugal – thrash/melodic death metal)

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Banda: Adamantine
Último lançamento: “Heroes & Villains” (2017)
País: Portugal
Estilo: thrash/melodic death metal
Links: Facebook | Bandcamp
Respostas: André Bettencourt (voz / guitarra)

Sobre o último lançamento:
«”Heroes & Villains” é o nosso segundo disco. Marca o regresso da banda aos lançamentos depois de um hiato de três anos e coincide também com os 10 anos da banda. O disco foi todo composto e gravado por mim entre 2015/16 nos Nirvana Studios. Continua a linha de thrash metal/melodic death do anterior “Chaos Genesis”, desta vez com maior ênfase na veia de heavy metal clássico. O conteúdo lírico do disco é extremamente pessoal e reflecte sobre esses três anos difíceis que vivi. Fala de introspecção, a luta constante contra a depressão, a vontade de quebrar os ciclos viciosos e tentar encontrar de novo o rumo. No geral, aborda a dicotomia entre o melhor e o pior que existe dentro de nós. Aquilo que escolhemos ser a cada dia que vivemos é que nos define. A mensagem do disco é comum a muitos desta geração, que se poderão sentir por vezes sozinhos ou perdidos mas que tentam resistir seguindo em frente, mesmo quando as adversidades são muitas. A todos esses, eu dedico este disco.»

Ambições:
«O maior objectivo com este disco era o de gravar música nova, lançá-la ao público e voltar aos palcos com uma formação renovada. Todos esses objectivos foram cumpridos em 2017, estivemos inclusivamente no VOA Fest 2017.  A ambição para 2018 é a mesma – fazer mais discos, compensar o tempo perdido e se possível tocar mais ao vivo e ultrapassar a barreira da internacionalização.»

Influências/referências:
«Oiço todo o tipo de música e dentro do metal vou buscar influências a vários subgéneros, mas os mais predominantes talvez sejam o thrash, death e o heavy Metal. Desde bandas clássicas como Iron Maiden e Metallica a bandas como Death, At the Gates e Yngwie Malmsteen. Gosto de misturar o old-school com as sonoridades mais modernas. Não tenho medo de arriscar e fazer música que está entre ambos, para mim não tem de ser tudo branco ou preto.»

Futuro:
«O próximo passo será gravar o terceiro disco. Já comecei a reunir ideias, em breve irei começar a gravar demos. Ainda estou na fase inicial de inspiração mas já existem ideias bem concretas para aquele que será o sucessor de “Heroes & Villains” e vou fazer os possíveis para lançar ainda este ano.»

Banda do Dia

Banda do Dia: Absentation (Síria / death metal)

Joel Costa

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Os sírios Absentation têm em “Ascending to Desolate” (Fevereiro 2018) o seu mais recente trabalho, que surge 11 anos após o estreante “Mental Battle Resurrection” devido à crise que teve lugar na Síria. Neste disco o duo de Damasco fala-nos de um mundo governado pela falsidade: «As trevas que o ser humano tem dentro de si tornaram-se a regra número um para se integrarem nesta sociedade falsa. Vivemos através de falsas religiões que nos dividiram com os seus mitos supersticiosos, e também damos ênfase a todas as religiões abraâmicas, onde as descrevemos como malignas. Há uma manipulação por parte do governo e uma lavagem cerebral com o nacionalismo para que as pessoas morram pelos seus superiores. Usa-se a democracia como uma ferramenta e isto é válido para todos os países. Temos também uma música contra o racismo, intitulada “Constipated Gene”, pois estamos a presenciar a ascenção dos partidos de direita e das ditaduras. É um álbum que aborda a escuridão que não nos deixa viver juntos como um só.»

A banda de death metal prepara agora o seu terceiro longa-duração, cuja edição está prevista para o início de 2019.

Absentation é recomendado a fãs de Death, Morbid Angel, Suffocation, Nile e Deicide.

Links: Facebook | Bandcamp

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Banda do Dia: Graveshadow (EUA – power/symphonic metal)

Diogo Ferreira

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Banda: Graveshadow
Último lançamento: “Ambition’s Price” (M-Theory, 2018)
País: EUA
Género: power/symphonic metal
Links: Facebook | Bandcamp
Respostas: Roman Anderson (bateria)

Sobre o novo lançamento:
«Para este álbum quisemos focar-nos na produção e tentar captar o nosso som ao vivo. O Armand John Anthony (Night Demon) ajudou-nos a alcançar isso no [estúdio] Captain’s Quarters. As guitarras, o baixo e a bateria soam mais pesadas e a Heather adicionou várias camadas à sua voz, o que contribuiu para o som que queremos. O processo de composição foi um pouco diferente desta vez. O Aaron compôs duas músicas enquanto estávamos na estrada usando o seu iPad para fazer tudo. Duas canções deste álbum até têm alguns anos. Outras foram compostas dois meses antes de entrarmos em estúdio.»

Ambições:
«O nosso objectivo principal é fazer tours o máximo possível! Queremos continuar a mostrar o nosso nome e esperamos que com o lançamento do novo álbum consigamos atrair mais fãs!»

Influências/referências:
«Os membros da banda têm influências diferentes, isso é certo! É o que nos faz ser únicos, porque focamo-nos mesmo em combinar as nossas influências com a nossa própria sonoridade, e assim esperamos criar algo fresco! Adoramos algumas bandas como Iron Maiden, Devin Townsend Project, Led Zeppelin, Eternal Tears of Sorrow e HIM.»

Futuro:
«Agora em Abril damos suporte aos Sirena e aos Threat Signal na digressão pela Costa Oeste [EUA]. Esperamos planear a nossa própria digressão para o próximo Verão e depois no Outono. Também temos mais vídeos em curso, portanto vamos estar muito ocupados e activos!»

 

 

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Banda do Dia: Tengil (Suécia – post-hardcore / shoegaze)

Diogo Ferreira

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Banda: Tengil
Último lançamento: “shouldhavebeens” (Prophecy Productions, 2018)
País: Suécia
Género: post-hardcore / shoegaze
Links: Facebook

Sobre o novo lançamento:
«”shouldhavebeens” foi composto durante 2015 e 2016, e foi gravado em Dezembro de 2016 no Nacksving Studios em Gotemburgo. Com o Anton, o nosso anterior baterista, a sair da banda após o lançamento de “Six” [2015], o Pontus ocupou-se dessa tarefa, tornando os Tengil num trio. Fazer digressões desta forma fez-nos cair no mar das loopstations e muitos dos conceitos para “shouldhavebeens” foram escritos. Depois de um concerto na Suécia, em 2016, o Tobias chegou até nós e quis juntar-se à constelação como baterista, assim uma nova amizade foi formada. Tengil era novamente um quarteto. “shouldhavebeens” conta a história de dois amigos, três passagens de ano e uma ânsia maior do que a vida. O disco aponta a falar sobre nostalgia, saudade, doença mental, decadência, a promessa do amanhã e como a nossa visão colectiva do futuro determina aquilo em que nos tornamos.»

Ambições:
«Queremos tocar ao vivo o máximo possível, ter liberdade criativa e fazer vida da arte.»

Influências/referências:
«Não temos influências para além dos nossos pensamentos e sentimentos sobre a realidade e sobre as coisas que vivemos. É claro que gostamos de diferentes tipos de arte e é possível que isso nos tenha inspirado subconscientemente, mas não é que gostemos de uma canção em particular e queiramos que a nossa música soe exactamente a isso.»

Futuro:
«De 26 de Abril a 5 de Maio vamos estar no Japão com a constelação japonesa Wombscape. De 18 a 30 de Maio vamos andar pela Europa com novos amigos Setsuko e de 15 a 24 de Junho com os nossos amigos Nionde Plågan. Depois do Verão vamos começar a trabalhar em material novo e esperamos juntar-nos a uma digressão como banda de suporte para atingirmos o próximo nível.»

 

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