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Banda do Dia

Banda do Dia: Schwarzach (Alemanha – black/death/industrial metal)

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Banda: Schwarzach
Último lançamento: “Sieben Seelen” (2017)
País: Alemanha
Estilo: black/death/industrial metal
Links: Facebook | Bandcamp
Respostas: Schwarzensee (multi-instrumentista)

Sobre o último lançamento:
«”Sieben Seelen” é o nosso terceiro registo longa-duração. Sempre nos focámos em temas apocalípticos, mas desta vez escolhemos os tempos tardios da Idade Média como fundo para as nossas letras e música, então usamos sintetizadores e amostras com sons naturais – especialmente os sons industriais que foram gravados pessoalmente para terem um toque não artificial. As melodias também foram inspiradas por fontes históricas e para as palavras faladas usamos antigas profecias sobre o fim do mundo – por Hildegard von Bigen, por exemplo. Para as letras escolhemos sete desenvolvimentos que criaram um sentimento apocalíptico na população da altura: pandemias, alterações climáticas, perseguição de hereges e desintegração de partes da autoridade. O objectivo era criar um álbum com uma paisagem sonora estranha e desagradável, mas também melódica e encantadora, que parece uma entidade e que também tem faixas características, que são únicos na sua atmosfera.»

Ambições:
«A nossa maior ambição sempre foi melhorar o nosso som e crescer como músicos e produtores. “Sieben Seelen” foi um grande passo para nós, as reacções mostram que há muitos ouvintes do nosso estilo de black metal. Neste momento queremos seguir essa direcção.»

Influências/referências:
«As nossas influências têm várias camadas. Desde black metal, como Naglfar, Vinterland, Taake e Mgła, para muitos outros estilos, especialmente as primeiras cenas industriais como Skinny Puppy ou lançamentos da Wax Trax!, e também bandas contemporâneas como Cyanotic ou Youth Code. Além disso, hardcore (não metalcore), synthwave, música cinematográfica e outras bandas alemãs como Totenmond ou Richthofen. Mas de facto, não sabemos realmente quais influenciaram mais “Sieben Seelen”, porque fizemos a composição dos temas de uma forma intuitiva e escrevemos as faixas para os temas das letras. Tudo o que assentava na atmosfera individual da música, entrou.»

Futuro:
«Neste momento estamos a produzir música para outro projecto que é mais industrial do que Schwarzach. Precisamos de limpar a nossa mente depois da grande produção de “Sieben Seelen”. Na Primavera queremos começar a trabalhar no novo álbum de Schwarzach. Escolhemos outro conceito para este álbum, também irá lidar com temas históricos, mas vai seguir uma direcção diferente.»

Banda do Dia

Banda do Dia: Absentation (Síria / death metal)

Joel Costa

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Os sírios Absentation têm em “Ascending to Desolate” (Fevereiro 2018) o seu mais recente trabalho, que surge 11 anos após o estreante “Mental Battle Resurrection” devido à crise que teve lugar na Síria. Neste disco o duo de Damasco fala-nos de um mundo governado pela falsidade: «As trevas que o ser humano tem dentro de si tornaram-se a regra número um para se integrarem nesta sociedade falsa. Vivemos através de falsas religiões que nos dividiram com os seus mitos supersticiosos, e também damos ênfase a todas as religiões abraâmicas, onde as descrevemos como malignas. Há uma manipulação por parte do governo e uma lavagem cerebral com o nacionalismo para que as pessoas morram pelos seus superiores. Usa-se a democracia como uma ferramenta e isto é válido para todos os países. Temos também uma música contra o racismo, intitulada “Constipated Gene”, pois estamos a presenciar a ascenção dos partidos de direita e das ditaduras. É um álbum que aborda a escuridão que não nos deixa viver juntos como um só.»

A banda de death metal prepara agora o seu terceiro longa-duração, cuja edição está prevista para o início de 2019.

Absentation é recomendado a fãs de Death, Morbid Angel, Suffocation, Nile e Deicide.

Links: Facebook | Bandcamp

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Banda do Dia: Graveshadow (EUA – power/symphonic metal)

Diogo Ferreira

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Banda: Graveshadow
Último lançamento: “Ambition’s Price” (M-Theory, 2018)
País: EUA
Género: power/symphonic metal
Links: Facebook | Bandcamp
Respostas: Roman Anderson (bateria)

Sobre o novo lançamento:
«Para este álbum quisemos focar-nos na produção e tentar captar o nosso som ao vivo. O Armand John Anthony (Night Demon) ajudou-nos a alcançar isso no [estúdio] Captain’s Quarters. As guitarras, o baixo e a bateria soam mais pesadas e a Heather adicionou várias camadas à sua voz, o que contribuiu para o som que queremos. O processo de composição foi um pouco diferente desta vez. O Aaron compôs duas músicas enquanto estávamos na estrada usando o seu iPad para fazer tudo. Duas canções deste álbum até têm alguns anos. Outras foram compostas dois meses antes de entrarmos em estúdio.»

Ambições:
«O nosso objectivo principal é fazer tours o máximo possível! Queremos continuar a mostrar o nosso nome e esperamos que com o lançamento do novo álbum consigamos atrair mais fãs!»

Influências/referências:
«Os membros da banda têm influências diferentes, isso é certo! É o que nos faz ser únicos, porque focamo-nos mesmo em combinar as nossas influências com a nossa própria sonoridade, e assim esperamos criar algo fresco! Adoramos algumas bandas como Iron Maiden, Devin Townsend Project, Led Zeppelin, Eternal Tears of Sorrow e HIM.»

Futuro:
«Agora em Abril damos suporte aos Sirena e aos Threat Signal na digressão pela Costa Oeste [EUA]. Esperamos planear a nossa própria digressão para o próximo Verão e depois no Outono. Também temos mais vídeos em curso, portanto vamos estar muito ocupados e activos!»

 

 

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Banda do Dia: Tengil (Suécia – post-hardcore / shoegaze)

Diogo Ferreira

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Banda: Tengil
Último lançamento: “shouldhavebeens” (Prophecy Productions, 2018)
País: Suécia
Género: post-hardcore / shoegaze
Links: Facebook

Sobre o novo lançamento:
«”shouldhavebeens” foi composto durante 2015 e 2016, e foi gravado em Dezembro de 2016 no Nacksving Studios em Gotemburgo. Com o Anton, o nosso anterior baterista, a sair da banda após o lançamento de “Six” [2015], o Pontus ocupou-se dessa tarefa, tornando os Tengil num trio. Fazer digressões desta forma fez-nos cair no mar das loopstations e muitos dos conceitos para “shouldhavebeens” foram escritos. Depois de um concerto na Suécia, em 2016, o Tobias chegou até nós e quis juntar-se à constelação como baterista, assim uma nova amizade foi formada. Tengil era novamente um quarteto. “shouldhavebeens” conta a história de dois amigos, três passagens de ano e uma ânsia maior do que a vida. O disco aponta a falar sobre nostalgia, saudade, doença mental, decadência, a promessa do amanhã e como a nossa visão colectiva do futuro determina aquilo em que nos tornamos.»

Ambições:
«Queremos tocar ao vivo o máximo possível, ter liberdade criativa e fazer vida da arte.»

Influências/referências:
«Não temos influências para além dos nossos pensamentos e sentimentos sobre a realidade e sobre as coisas que vivemos. É claro que gostamos de diferentes tipos de arte e é possível que isso nos tenha inspirado subconscientemente, mas não é que gostemos de uma canção em particular e queiramos que a nossa música soe exactamente a isso.»

Futuro:
«De 26 de Abril a 5 de Maio vamos estar no Japão com a constelação japonesa Wombscape. De 18 a 30 de Maio vamos andar pela Europa com novos amigos Setsuko e de 15 a 24 de Junho com os nossos amigos Nionde Plågan. Depois do Verão vamos começar a trabalhar em material novo e esperamos juntar-nos a uma digressão como banda de suporte para atingirmos o próximo nível.»

 

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