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Previsões 2016: Korn

Joel Costa

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Em 2013, os Korn lançavam “The Paradigm Shift”, um álbum que via os veteranos de Bakersfield a consolidar a sonoridade dubstep e electrónica explorada no álbum de 2011, “The Path Of Totality”, e uma vez mais a fugir à intensidade singular dos agora clássicos “Korn”, de 1994, e “Life Is Peachy”, lançado dois anos depois do álbum homónimo. Estes dois lançamentos, tiveram um papel crucial no regresso da popularidade do metal aos Estados Unidos, com “Follow The Leader” (1998) e “Issues” (1999) a consolidar e validar o reconhecimento do heavy metal não só do outro lado do Atlântico mas também aqui, no velho Continente.

Vinte anos depois da impressionante e estranha estreia daqueles que podemos considerar uns dos principais culpados por detrás do movimento nu metal, os Korn apresentavam então “The Paradigm Shift”, um trabalho que via o guitarrista original Brian “Head” Welch voltar à formação da banda depois de, em 2005, o mesmo ter decidido abandonar o projecto, o que desde logo suscitou um grande entusiasmo em redor dos fãs pois grande parte da veia criativa dos Korn era atribuída ao músico. Apesar da banda ter seguido um caminho diferente do esperado, a verdade é que 2016 promete ser o ano em que vamos poder testemunhar o regresso dos norte-americanos ao peso que iniciaram e logo abandonaram com o lançamento de 2003, “Take A Look In The Mirror”.

Quem o diz é Brian “Head” Welch, que comentou numa entrevista que o 12º álbum da banda tem lançamento previsto para o Outono de 2016, revelando também que o novo material será mais técnico que os trabalhos anteriores.

“Será um álbum mais focado no trabalho de guitarra. Vai ser um pouco mais técnico.”

Anteriormente, o também guitarrista James “Munky” Shaffer havia confirmado à Billboard que a banda estava já adiantada na composição do próximo álbum:

“Diria que um terço do álbum está feito. Tínhamos um total de 20 músicas e decidimos ficar com dez para aperfeiçoá-las. Vamos ainda compor novas músicas e trabalhar nelas para ficar com mais umas quatro ou cinco músicas boas.”

Munky rematou ainda: “Não temos pressa. Chegou a altura de criarmos um grande álbum. Já é tempo de solidificar o nosso legado.”

Quanto ao factor peso, é Head quem nos deixa um cheirinho daquilo que poderemos encontrar no próximo trabalho:

“Está a ficar muito pesado. Estamos mesmo satisfeitos com a forma como está a correr.”, acrescentando que o resultado final será “o mais pesado que os Korn alguma vez fizeram, em muito tempo.”

Este possível regresso às origens teve como grande motivação a tour recente dos Korn, onde os mesmos tocaram o álbum de estreia na íntegra, trazendo assim recordações daquilo que a banda começou por ser na altura da sua formação. Head confirma: “Foi uma jornada que nos levou a voltar às nossas raízes mais pesadas.”

“Acho que este álbum vai ficando cada vez mais pesado. Quero que fique mais e mais pesado. É esse o meu objectivo.”

Pessoalmente, e contrariamente à opinião da maioria, “Take A Look In The Mirror” – ainda que tenha resultado de músicas não aproveitadas do antecessor “Untouchables”, ou de demos de 1993, como é o caso do tema “Alive” (ver vídeo abaixo) – viu os Korn seguir uma direcção onde o peso e a agressividade desempenharam um papel importantíssimo e nunca antes visto na carreira dos norte-americanos. E se realmente considerarmos que as palavras de Brian “Head” Welch são verdadeiras, podemos então prever um regresso em força, que verá os Korn percorrer os caminhos que fizeram muitos de nós procurar e abraçar as sonoridades mais extremas dentro do espectro do metal.

Korn “Alive”, versão de 1993

Korn “Alive”, versão de 2003 (Take A Look In The Mirror)

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Nuno Bettencourt, Tom Morello e Scott Ian tocam tema de Game Of Thrones

Diogo Ferreira

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Consagrada como uma das séries mais populares de sempre, Game Of Thrones, que terminou na última madrugada, teve a capacidade de exultar nos seus fiéis seguidores todas as emoções desde o seu início com o genérico criado por Ramin Djawadi.

No clip abaixo, Djawadi é acompanhado por Dan Weiss (criador da série), Tom Morello (Rage Against The Machine), Scott Ian (Anthrax), Nuno Bettencourt (Extreme) e Brad Paisley numa jam session com as novas guitarras Fender em que tocam precisamente o tema principal de Game Of Thrones com muito free-style solista pelo meio.

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Sabaton History Channel, ep. 15: o Barão Vermelho

Diogo Ferreira

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No novo episódio do Sabaton History Channel, Joakim Brodén e Indy Neidell escolhem falar do tema “The Red Baron” que pertence ao próximo álbum “The Great War”, a ser lançado a 19 de Julho pela Nuclear Blast.

O Barão Vermelho é um do ícones heróicos da I Guerra Mundial que, simultaneamente, engloba a mecanização e a romantização da guerra moderna com as suas habilidades e heroísmo. Manfred von Richthofen é o nome verdadeiro do piloto que é, então, recordado em mais um episódio do Sabaton History Channel.

Mais episódios AQUI.

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Jinjer ao vivo no Resurrection 2018 (c/ vídeo)

Diogo Ferreira

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Foto: Veronika Gusieva

Abaixo podes assistir à prestação dos Jinjer no Resurrection de 2018. Recentemente disponibilizado pelo próprio festival, este vídeo servirá para aguçar a vontade que os fãs desta banda têm para os ver no Vagos Metal Fest deste ano. Nos quase 40 minutos de concerto, os Jinjer executaram temas como “Words Of Wisdom”, “I Speak Astronomy”, “Pisces” ou “Captain Clock”.

O EP “Micro”, lançado em Janeiro de 2019 pela Napalm Records, é o registo mais recente dos ucranianos que, como referido, actuarão no Vagos Metal Fest, evento que se realiza entre 8 e 11 de Agosto. Stratovarius, Six Feet Under, Satyricon, Candlemass, Death Angel, Watain e Alestorm são alguns dos nomes do cartaz.

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