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Rainbow – “Rainbow Rising” [40 anos – Retrospectiva]

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3776Editora: Oyster
Ano de lançamento: 1976
Género: hardrock / heavy metal

Em 1976, sai o segundo álbum do projeto a solo do guitarrista Ritchie Blackmore. O grupo é denominado Rainbow e o line-up deste álbum é simplesmente monstruoso. Sir Blackmore está bem rodeado, desenterrou músicos extraordinários em cada posição: Ronnie James Dio nos vocais, Cozy Powell na bateria, o teclista Tony Carey e igualmente o não menos excelente Jimmy Bain no baixo, todos, naquele momento, desconhecidos do grande público.

Em primeiro lugar, o disco é pouco atilado, cerca de 30 minutos para apenas seis títulos. De realçar a produção do álbum que não transparece envelhecimento e que soa very nice. O álbum começa com teclados spacey de Tony Carey com o título de “Tarot Woman”. Mágico! A voz de Dio é agressiva e poderosa, enquanto que Blackmore na guitarra está presente em toda a extensão da obra. O ritmo é bem trabalhado, com uma certa oposição dinâmica e uma estática melodiosa. As guitarradas de Sir Blackmore são sumptuosas, ao passo que os solos são interpretados de forma concisa e clean. Dio, domina o assunto como podemos apreciar na faixa “Run With The Wolf”. O refrão é imparável, inebriante, poderoso, melódico. Em suma, tudo o que amamos na música de Rainbow. As partes de guitarra são alucinadas no final da música, simultaneamente acompanhadas pela voz de Dio magistralmente.

“Starstruck” é um clássico que me faz pensar imediatamente em Deep Purple. Um ritmo com uma certa tendência para movimentar o pezinho. Dio garante vocais incríveis, enquanto Blackmore coloca a guitarra em combustão, com solos persuasivos, riffs ativos, técnicos, mas sem aditivos.

O tema mais curto deste bolo rei, “Do You Close Your Eyes”, aparenta ser o elo mais fraco do álbum. O refrão e as melodias são excelentes mas parece faltar qualquer coisinha para estar ao nível dos outros.

«”Stargazer” é o monumento deste álbum.»

“Stargazer” é o monumento deste álbum. Com mais de oito minutos, Ritchie e companhia libertam um título vindo de outro mundo. A canção tem um lado muito oriental, é cativante do início ao fim, a atmosfera é épica, bateria caótica do Sr. Powell, e, melhor de tudo, o grupo é acompanhado pela Munich Philharmonic Orchestra. Em resumo já deu para entender: a peça em si é uma obra-prima que permanece mesmo depois de todo esse tempo, um modelo de poder e fogo do hardrock, épica, sinfónica e grandiosa. E a banda não se deixa intimidar pela pressão para, no final do álbum, despejar a veloz “A Light In The Dark”, em que o teclista reserva um solo reminiscente, a maestria da guitarra apoiada pelo bombo duplo de Powell, o baixo de Jimmy Bain e os dois solistas envolvendo-se num final uníssono – a grande arte, uma verdadeira lição de hard rock.

Este álbum é um monumento de hard rock melódico. Não lhe falta nada: melodia, poder, voz fantástica, refrão cativante, solos imperiais. Muito curto, Rainbow não apostou na quantidade, mas na qualidade com apenas seis títulos. Mas que títulos!
Talvez o melhor álbum da banda; com poucos desperdícios, este álbum é uma obrigação que todos os fãs de hardrock devem ter!

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Nuno Bettencourt, Tom Morello e Scott Ian tocam tema de Game Of Thrones

Diogo Ferreira

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Consagrada como uma das séries mais populares de sempre, Game Of Thrones, que terminou na última madrugada, teve a capacidade de exultar nos seus fiéis seguidores todas as emoções desde o seu início com o genérico criado por Ramin Djawadi.

No clip abaixo, Djawadi é acompanhado por Dan Weiss (criador da série), Tom Morello (Rage Against The Machine), Scott Ian (Anthrax), Nuno Bettencourt (Extreme) e Brad Paisley numa jam session com as novas guitarras Fender em que tocam precisamente o tema principal de Game Of Thrones com muito free-style solista pelo meio.

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Sabaton History Channel, ep. 15: o Barão Vermelho

Diogo Ferreira

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No novo episódio do Sabaton History Channel, Joakim Brodén e Indy Neidell escolhem falar do tema “The Red Baron” que pertence ao próximo álbum “The Great War”, a ser lançado a 19 de Julho pela Nuclear Blast.

O Barão Vermelho é um do ícones heróicos da I Guerra Mundial que, simultaneamente, engloba a mecanização e a romantização da guerra moderna com as suas habilidades e heroísmo. Manfred von Richthofen é o nome verdadeiro do piloto que é, então, recordado em mais um episódio do Sabaton History Channel.

Mais episódios AQUI.

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Jinjer ao vivo no Resurrection 2018 (c/ vídeo)

Diogo Ferreira

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Foto: Veronika Gusieva

Abaixo podes assistir à prestação dos Jinjer no Resurrection de 2018. Recentemente disponibilizado pelo próprio festival, este vídeo servirá para aguçar a vontade que os fãs desta banda têm para os ver no Vagos Metal Fest deste ano. Nos quase 40 minutos de concerto, os Jinjer executaram temas como “Words Of Wisdom”, “I Speak Astronomy”, “Pisces” ou “Captain Clock”.

O EP “Micro”, lançado em Janeiro de 2019 pela Napalm Records, é o registo mais recente dos ucranianos que, como referido, actuarão no Vagos Metal Fest, evento que se realiza entre 8 e 11 de Agosto. Stratovarius, Six Feet Under, Satyricon, Candlemass, Death Angel, Watain e Alestorm são alguns dos nomes do cartaz.

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