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Rage Against The Machine: O Guia de A a Z

Joel Costa

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Durante a semana passada especulou-se muito em relação a uma possível reunião dos Rage Against The Machine, no entanto, e à falta de informação oficial, o que parece é que os músicos Tom Morello, Tim Commerford e Brad Wilk vão criar um supergrupo com membros dos Public Enemy e Cypress Hill.

Depois da ruptura da banda no ano 2000, uma reunião parecia impossível. No entanto, e para regozijo dos fãs, os Rage Against The Machine regressaram aos palcos entre 2007 e 2011, e no processo ainda conseguiram com que o single “Killing In The Name” (1992) fosse nº1 de vendas no top britânico em 2009, destronando assim Joe McElderry, o vencedor do programa de televisão X Factor.

Ainda assim, e uma vez que esta “ameaça” fez-nos recordar o catálogo de Zack de la Rocha e companhia, a Ultraje decidiu elaborar um guia de A a Z com algumas curiosidades sobre uma das bandas mais carismáticas e influentes de sempre!

A é para Afrika Bambaataa

Se os Rage Against The Machine (RATM) deixaram-nos uma sonoridade inconfundível e um legado repleto de grandes clássicos nos anos 90, o virar do século fica marcado pelo álbum de covers “Renegades”, com o original de Afrika Bambaataa “Renegades Of Funk” a chefiar um total de 12 temas modificados ao bom estilo da banda de Los Angeles.

 

B é para Brad Wilk

Se tivéssemos que numerar os membros da banda por ordem de preferência, certamente que o baterista Brad Wilk ficaria em último. Ainda assim só mostra que até o “pior” dos RATM não consegue ser mau!

C é para Commerford, Tim

Não é qualquer baixista que consegue roubar o protagonismo a um guitarrista tão virtuoso como Tom Morello. Mas esqueçamos a técnica de Commerford nas quatro cordas: lembram-se de quando ele estragou a festa aos Limp Bizkit na cerimónia de entrega de prémios dos MTV Video Music Awards?

D é para Down Rodeo

Lançado como single promocional do álbum de 1996 “Evil Empire”, “Down Rodeo” não foi um clássico instantâneo como foram os singles “Bulls On Parade” ou “People Of The Sun”, mas contém alguns dos melhores riffs que se podem ouvir neste segundo longa-duração da banda.

E é para Evil Empire

“Evil Empire” – o segundo disco da banda – mostra-nos uma palete de sons mais negra e crua em relação ao lançamento de estreia. Mantendo-se fiéis à sua sonoridade original, os Rage Against The Machine aproveitam estes quatro anos de intervalo entre lançamentos para explorar novos territórios. O resultado é simplesmente fantástico.

F é para funk

Os RATM beberam funk da mesma tigela dos Red Hot Chili Peppers. Tivessem escolhido compor músicas sobre a Califórnia e deixado o seu activismo político de lado e hoje estaríamos a escrever sobre outra coisa qualquer.

G é para Guerrilla Radio

“Guerrilla Radio” foi originalmente lançado no terceiro e último álbum de originais da banda, “The Battle Of Los Angeles”. Valeu-lhes um Grammy para “Best Hard Rock Performance” e permanece até aos dias de hoje como uma das músicas de marca dos RATM.

H é para Higher Learning

Estreado em 1995, “Higher Learning” é um filme norte-americano que conta com Jennifer Connelly, Ice Cube e Omar Epps nos papéis principais. E porque é que este filme é importante para a banda? Porque foi aqui que estrearam o tema “Year Of Tha Boomerang”, que viria a estar presente no álbum “Evil Empire”, editado no ano seguinte. Uma primeira versão da faixa “Tire Me” pode também ser ouvida no filme.

I é para Ícones

Os RATM tornaram-se uns verdadeiros ícones musicais e continuam a ser uma das bandas mais influentes de sempre. Individualmente cada um dos seus membros é único e insubstituível, pelo que uma reunião nunca será o mesmo sem a formação clássica da banda.

J é para Japão

Foi durante a sua passagem pelo Japão, em 1998, que foi editado o álbum “Live & Rare” – uma compilação que reunia material raro e tocado ao vivo. Este lançamento foi exclusivo no Japão e só poderia ser adquirido noutros continentes se fosse importado do país asiático.

K é para Killing In The Name: A campanha de 2009

Em 2009 foi lançada uma campanha no Facebook pelo DJ Jon Morter para impedir que o vencedor do programa de televisão X Factor se tornasse o líder da tabela de vendas no Reino Unido. A campanha tornou-se um sucesso no país e a faixa escolhida para destronar os pupilos de Simon Cowell foi nada mais nada menos do que o single de 1992 dos RATM, “Killing In The Name”. E se já não se lembram de como acabou a história, posso-vos dizer que a missão foi cumprida com eficácia!

L é para Lollapalooza

Quando os RATM lançaram o seu álbum de estreia em 1992, rapidamente alcançaram o sucesso comercial e crítico, levando a que a banda conseguisse integrar o alinhamento da edição de 1993 do festival Lollapalooza. Ainda se lembram de como acabou a coisa? Eu dou uma pista:

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(Pela integridade do baixista Tim Commerford, apelo a todos vocês que não procurem pela foto não-censurada.)

M é para Mainstream

O Mainstream nem sempre é uma coisa má. Quanto muito, permitiu que uma banda em condições levasse a sua mensagem ao mundo de forma eficaz. Os RATM nunca esqueceram as suas raízes e só o álbum de estreia da banda valeu-lhes a tripla platina.

N é para Novo Milénio

Já diziam os antigos, que o que é bom não dura para sempre. Com o Novo Milénio veio também a separação dos RATM, que viriam a reunir-se para alguns concertos apenas sete anos depois.

O é para Optimus Alive!

Os RATM passaram pelo festival português Optimus Alive! durante a tour de reunião, no ano de 2008.

P é para Pulitzer

A capa do disco de estreia dos RATM é da autoria do fotógrafo Malcolm Browne, que ganhou um prémio Pulitzer com a sua imagem do monge budista Thich Quang Duc a imolar-se pelo fogo. Este acontecimento teve lugar em Saigão (Ho Chi Minh), no ano de 1963.

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Q é para Questlove

Durante o período em que esteve afastado da banda, o vocalista Zack de la Rocha esteva a trabalhar num álbum a solo com alguns convidados, entre eles o baterista dos The Roots, Questlove.

R é para Rolling Stones

Os RATM sempre foram os reis das covers e esta versão de “Street Fighting Man” – um original dos Rolling Stones – prova isso mesmo.

S é para Supergrupo

Antes de se ouvir falar em supergrupos com a frequência que ouvimos nos dias de hoje, em 2002 Tom Morello, Tim Commerford e Brad Wilk juntavam-se ao vocalista dos Soundgarden, Chris Cornell, para formar os Audioslave.

T é para Tours de reunião

Depois de terem anunciado o fim no ano 2000, os RATM voltam a juntar-se para uma tour de reunião que iria durar de 2007 a 2011. O primeiro concerto teve lugar na edição de 2007 do festival Coachella e passou por uma série de festivais ao longo dos restantes anos.

U é para Ukulele

Há umas linhas atrás referi que os RATM são uma das bandas mais influentes de sempre. Percebem agora porquê?

 (Na internet vale tudo!)

V é para Vietnow

Esqueçam os clássicos! “Vietnow”, do álbum “Evil Empire”, é bem capaz de ser a melhor música do catálogo dos RATM!

W é para Wall Street

No dia 26 de Janeiro do ano 2000, os RATM fizeram com que a bolsa de Nova Iorque fechasse devido às gravações do vídeo para o tema “Sleep Now In The Fire”. As filmagens atraíram centenas de pessoas e não lhes era permitido filmar em Wall Street durante os dias de semana. O resultado? Vejam aqui:

X é para X, Malcolm

Nas letras dos RATM é possível encontrar muitas referências a activistas que tiveram um grande impacto na história dos Estados Unidos. Um deles é Malcolm X, onde na letra do tema “Wake Up” a banda sugere que o mesmo foi assassinado pelas mãos do governo.

Y é para Youtube

Apenas porque é graças ao Youtube que podemos encontrar relíquias como esta. Tão novos e já com eles no sítio!

 

Z é para Zack de la Rocha

A minha esposa acha-o irritante, já eu penso que é dos melhores frontmen de todos os tempos. Zack de la Rocha foi quem deu vida à música dos RATM com as suas letras cheias de fúria e vontade de mudar o mundo. E se à primeira vista parece tarefa impossível, a verdade é que o mundo nunca mais foi o mesmo depois dos Rage Against The Machine terem tomado o poder!

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Nuno Bettencourt, Tom Morello e Scott Ian tocam tema de Game Of Thrones

Diogo Ferreira

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Consagrada como uma das séries mais populares de sempre, Game Of Thrones, que terminou na última madrugada, teve a capacidade de exultar nos seus fiéis seguidores todas as emoções desde o seu início com o genérico criado por Ramin Djawadi.

No clip abaixo, Djawadi é acompanhado por Dan Weiss (criador da série), Tom Morello (Rage Against The Machine), Scott Ian (Anthrax), Nuno Bettencourt (Extreme) e Brad Paisley numa jam session com as novas guitarras Fender em que tocam precisamente o tema principal de Game Of Thrones com muito free-style solista pelo meio.

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Sabaton History Channel, ep. 15: o Barão Vermelho

Diogo Ferreira

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No novo episódio do Sabaton History Channel, Joakim Brodén e Indy Neidell escolhem falar do tema “The Red Baron” que pertence ao próximo álbum “The Great War”, a ser lançado a 19 de Julho pela Nuclear Blast.

O Barão Vermelho é um do ícones heróicos da I Guerra Mundial que, simultaneamente, engloba a mecanização e a romantização da guerra moderna com as suas habilidades e heroísmo. Manfred von Richthofen é o nome verdadeiro do piloto que é, então, recordado em mais um episódio do Sabaton History Channel.

Mais episódios AQUI.

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Jinjer ao vivo no Resurrection 2018 (c/ vídeo)

Diogo Ferreira

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Foto: Veronika Gusieva

Abaixo podes assistir à prestação dos Jinjer no Resurrection de 2018. Recentemente disponibilizado pelo próprio festival, este vídeo servirá para aguçar a vontade que os fãs desta banda têm para os ver no Vagos Metal Fest deste ano. Nos quase 40 minutos de concerto, os Jinjer executaram temas como “Words Of Wisdom”, “I Speak Astronomy”, “Pisces” ou “Captain Clock”.

O EP “Micro”, lançado em Janeiro de 2019 pela Napalm Records, é o registo mais recente dos ucranianos que, como referido, actuarão no Vagos Metal Fest, evento que se realiza entre 8 e 11 de Agosto. Stratovarius, Six Feet Under, Satyricon, Candlemass, Death Angel, Watain e Alestorm são alguns dos nomes do cartaz.

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