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Rotting Christ partilham streaming integral de “The Heretics”

Diogo Ferreira

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Foto: Ester Segarra

É no pico do seu sucesso que os Rotting Christ chegam ao novo álbum – intitula-se “The Heretics” e, numa invocação ao fogo, ao medo e ao pensamento livre, será lançado a 15 de Fevereiro pela Season Of Mist, mas já  o podes ouvir com a Ultraje!

«Sempre com a assinatura do black metal helénico tão característico e evoluído dos Rotting Christ, este álbum ganha novas cores sonoras com a introdução de uma espécie de cânticos eucarísticos e até gregorianos. Melódico do princípio ao fim, os leads e solos cativantes são também elementos preponderantes na intenção de agarrar quem ouve um álbum que surge no melhor momento de sempre da carreira desta banda devido não só à mestria de composição e execução mas também por causa da exposição mundial que Sakis e companheiros têm vivido nos últimos 10 anos.» (in #20 Ultraje, Fevereiro/Março 2019)

A entrevista integral concedida por Sakis Tolis à Ultraje é o destaque principal da edição #20 que pode ser lida digitalmente em PDF ou no ISSUU. A versão física está disponível através da Bunker Store, Rastilho, Clockwork Store, Unkind e Casa Pina.

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[Exclusivo] Aoratos: streaming integral de “Gods Without Name”

Diogo Ferreira

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Conhecido pelo seu trabalho em Nightbringer, Naas Alcameth surge com um novo projecto de nome Aoratos. Expandindo-se artisticamente mais do que já conhecemos em Nightbringer ou Akhlys, o álbum “Gods Without Name” sonda as trevas encontradas além-fronteiras do mundo profano e do homem comum.

Num álbum dinâmico como este é necessário encontrar o ponto certo que equilibre o transe cósmico com paisagens obscuras. Naas Alcameth explica em declarações exclusivas à Ultraje: «Com tantos elementos, pode ser complicado encontrar um bom equilíbrio, já que as várias camadas competem para se posicionar à frente e há muito espaço para trabalhar antes que se comece a perder elementos.»

Nem tudo é palpável ou visível, por isso, em Aoratos, deparamo-nos com uma ideologia mais alta que pensa sobre eidola e egregore. «O primeiro seria o nascimento de um indivíduo, seja isso o fantasma de um falecido ou uma forma de pensamento que se tornou autónoma através de obsessão, fetish ou outro foco intenso», esclarece sobre eidola. Quanto a egregore, representa «um erguer colectivo».

Com espaço ainda para se dissecar o título do álbum, estão esses deuses sem nome ainda por descobrir ou será antes uma metáfora dos nossos comportamentos e pensamentos humanos? Para Naas Alcameth, a primeira observação «seria mais precisa». «O uso do termo ‘deuses’ tem a ver com a maneira como isso era frequentemente concebido pelos gregos, que muitas vezes se referiam a todos os tipos de demónios como ‘deuses’ e não apenas aos deuses propriamente ditos, que eram vistos como inabaláveis ​​na sua perfeição.»

“Gods Without Name” será lançado a 22 de Março pela Debemur Morti Productions.

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Gaahls WYRD: segundo single antecipa álbum de Maio’2019

Diogo Ferreira

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Foto: Jørn Veberg

Como o próprio nome indica, Gaahls WYRD é encabeçado pelo antigo vocalista de Gorgoroth. O norueguês está de volta aos álbuns com “GastiR – Ghosts Invited”, que será lançado a 31 de Maio pela Season Of Mist.

Depois de “Ghosts Invited”, banda e editora avançam com o single “From the Spear”, que podes ouvir imediatamente abaixo.

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Misery Index: streaming do novo álbum “Rituals Of Power”

Diogo Ferreira

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“Rituals of Power” é o título do novo álbum dos Misery Index e é lançado hoje, 8 de Março, na Europa pela Season Of Mist.

Ainda que não sejam membros originais, Adam Jarvis (bateria) e Mark Kloeppel (guitarra/voz) são dois nomes que saltam à vista quando se fala em death metal (relembre-se Pig Destroyer, Cast the Stone e Scour, estes com Phil Anselmo) e em Misery Index. Mais afastados de abordagens aos diversos ‘cores desta vida, o quarteto lança-se em definitivo à tempestade do death metal com nove novas faixas extremamente acutilantes que não demonstram qualquer abrandamento à medida que o álbum segue – sem descanso! Cristalinamente compacto no departamento da produção e brutalmente coeso na execução instrumental, ainda que com breves rasgos de melodia, “Rituals Of Power” questiona a veracidade de quem quer manter o poder, os regimes e as ideologias a todo o custo. (in Ultraje #20)

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