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Seis álbuns lançados a 25 de Agosto que já podes comprar

Diogo Ferreira

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Drudkh / Paysage d’Hiver “Somewhere Sadness Wanders / Schnee (IV)”

«Roman Sayenko é uma abelha extremamente trabalhadora e aplicada. Depois do split com Grift(2016) e do álbum de Windswept (2017, que compôs e gravou em três dias), o ucraniano e seus companheiros regressam aos lançamentos com Drudkh através de mais um split, desta vez com o projecto de culto Paysage d’Hiver. (…) Este é mais um split limitado que, por certo, não deverá fugir às mãos e aos ouvidos dos coleccionadores e fãs devotos das duas bandas.»

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Portrait “Burn the World”

«É impossível não associar Portrait a King Diamond ou Mercyful Fate. É demasiado evidente e, por mais voltas que se dê ao parque, é lá que vamos parar, a essa fonte. À guitarra (ritmos e solos) Andy LaRocquiana junte-se todo um ambiente escuro e assombrado, uma bateria sempre em jogos de pratos ride e, no topo disto tudo, coloque-se a voz que por vezes ‘bate lá’ e iremos parar – inevitavelmente – a clássicos como “Abigail”, “Them” ou… “Fatal Portrait”. A questão é que, apesar de todas estas reminiscências, “Burn the World” é um álbum do caraças!»

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Die Apokalyptischen Reiter “Der rote Reiter”

«Talvez os Die Apokalyptischen Reiter não sejam a maluqueira que já foram e talvez não arrisquem tanto com ferramentas exteriores ao metal – se bem que o álbum até começou a ser composto depois de uma bebedeira –, mas há dois aspectos que podemos apontar como certíssimos: a capacidade que estes rebeldes têm para oferecer temas orelhudos e a maturidade que continuam a desenvolver ao fim de quase 25 anos.»

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Crimfall “Amain”

«A robusta música dos Crimfall é facilmente explicada: death metal melódico com pitadas de power metal, sem esquecer a imponente veia sinfónica que nos irá remeter ao cinema. Tudo aqui é bélico. Num abrir e fechar de olhos estamos no meio dum campo de batalha, e se em momentos mais pesados podemos ser um cadáver trespassado por lanças ou ficar cercados por exércitos, noutros podemos dar por nós a erguer a espada vencedora banhada em sangue. Com influências nórdicas, os Crimfall incluem também algumas soundscapes orientais, o que só dá diversidade a este portento disco.»

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Dead Lord “In Ignorance We Trust”

«Muito sensual do princípio ao fim, “In Ignorance We Trust” é rock clássico maduro com malhas que até nos fazem dar um pezinho de dança roqueira, refrãos orelhudos, solos detalhados e twin-guitarsbem sacadas que ficam no ouvido (sendo que esta será a parte conectada ao heavy metal, mais propriamente ao NWOBHM).»

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Howling Giant “Black Hole Space Wizard, part 2”

«Lembram-se da primeira parte de “Black Hole Space Wizard”? Saiu há um ano e, se altura os Howling Giant falavam de andróides e nautas condenados, agora os viajantes parecem ter aterrado no nosso planeta para descobrir o poder do fogo e magia das florestas. Se na parte I havia rotas, mapas, espaço sideral e seres de outros mundos, a parte II apresenta visões, druidas e feiticeiros. (…) A segunda parte de “Black Hole Space Wizard” está uns bons furos acima do antecessor. É indicado para fãs de Red Fang, Melvins e Baroness. Recomenda-se!»

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Sabaton History Channel: segundo episódio dedicado a “Blood of Bannockburn”

Diogo Ferreira

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No segundo episódio do Sabaton History Channel, Indy Neidell e Joakim Brodén trazem o tema “Blood of Bannockburn”, do álbum “The Last Stand” (2016), que versa sobre a batalha com o mesmo nome que ocorreu durante a Primeira Guerra da Independência da Escócia (1296-1328). Robert the Bruce é uma das principais figuras deste momento histórico ao ter-se oposto aos invasores ingleses liderados por Eduardo I.

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Phil Demmel (ex-Machine Head): «Detestei o último disco.»

Diogo Ferreira

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Foi em Setembro de 2018 que Robb Flynn, dos Machine Head, anunciou que o guitarrista Phil Demmel e o baterista Dave McClain iam abandonar a banda. Ainda assim, os dois músicos despediram-se dos fãs de Machine Head com a digressão norte-americana Freaks & Zeroes.

Meses volvidos, Demmel falou sobre este assunto durante um episódio do podcast Talk Tommey. «Não vou dizer mal desta separação ou do Robb. Acho que ele é um músico fantástico e os tempos que passei em Machine Head foram maravilhosos. Os últimos anos apenas não foram. Já não trabalhávamos como pessoas.»

Depois de afirmar que já não estavam a percorrer o mesmo caminho, Demmel faz a revelação chocante sobre o álbum “Catharsis”: «Detestei o último disco. Há momentos daquilo que compus que gosto. Compus a maior parte da [faixa] “California Bleeding”, mas o Robb escreveu as letras.» «Acho que [Machine Head] tornou-se no projecto a solo do Robb Flynn, e não foi para isso que me alistei», remata.

«Os últimos anos foram apenas para receber salário – e não posso fazer isso», referindo que não aguentava constantes indicações como «não podes fazer isto, não podes fazer aquilo, não fiques aí, não digas isto, não cantes as letras para o público, não apontes».

Em última análise, o guitarrista acha que ambos estavam fartos um do outro – «acho que lhe fiz um favor ao não ter que me despedir», saindo assim pelo próprio pé.

Phil Demmel, que esteve nos Machine Head primeiramente em 2001 e depois no período entre 2003 e 2018, conclui: «Ajudei esta banda desde o ponto mais baixo ao mais alto. Fizemos álbum fantásticos, demos concertos fantásticos. Por isso, estou a tentar reflectir sobre as cenas positivas.»

Actualmente, Demmel está a substituir Gary Holt (Exodus) nos Slayer e ressuscitou o projecto Vio-lence. Por sua vez, o baterista Dave McClain reuniu-se aos Sacred Reich.

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Lançamentos de 08.02.2019 (Downfall of Gaia, Maestus, Windswept, Yerûšelem)

Diogo Ferreira

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Downfall Of Gaia “Ethic of Radical Finitude” (Metal Blade Records)

«“Ethic of Radical Finitude” soa evidentemente a Downfall Of Gaia, mas com uma pequena nova abordagem que se revê na forma ainda mais directa com que a banda expele o seu post black metal dividido em acostagens ao sludge e ao crust. […] O quarteto oferece o álbum mais melódico ate à data, fruto dos constantes leads de guitarra, e também o mais distante das bases do black metal, incorrendo-se assim a segmentos – agressivos ou calmos – mais voltados ao post metal.» (DF)

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Maestus “Deliquesce” (Code666 Records)

«Neste segundo álbum de quatro faixas que perfazem cerca de 50 minutos de duração, o quinteto do Oregon canaliza frustrações, ansiedade e distanciamento com um doom metal lento em passada fúnebre que ganha contornos melancólicos afectos à triste paz do isolamento – a miséria – através de arranjos atmosféricos em fundo. Por seu turno, as secções mais extremas voltam-se para o black metal.» (DF)

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Windswept “The Onlooker” (Season Of Mist)

«Neste empreendimento paralelo, que também é capaz de expelir black metal atmosférico, melódico, algo hipnótico e épico como em Drudkh ou até Precambrian, o trio tende a focar a sua finalidade criativa na arte do improviso e no poder que uma gravação em modo live pode ter, sem omitirmos o pormenor interessante que é passarem pouquíssimo tempo em estúdio.» (DF)

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Yerûšelem “The Sublime” (Debemur Morti Productions)

«“The Sublime” prende-se essencialmente a três pontos: uma atmosfera neogótica e algo urbana, uma batida de fundo com pulso industrial e malhas de guitarras que fazem os mais atentos recordarem-se de black metal.» (DF)

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